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	<title>Dollhouse &#187; Reviews</title>
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		<title>Dollhouse &#187; Reviews</title>
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		<title>Review de &#8220;Instinct&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 2: Instinct
Escrito por Michele Fazekas &#38; Tara Butters
Realizado por Marita Grabiak
Actores convidados: Alexis Denisof, Stacey Scowley, Miracle Laurie

Instinct é um episódio com uma boa ideia que foi bem executada até um certo ponto. No caso da semana, Echo (Eliza Dushku) adopta a personalidade de uma mãe para um cliente cuja mulher morreu a parir [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=937&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/58.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 2:</strong> Instinct<br />
<strong>Escrito por</strong> Michele Fazekas &amp; Tara Butters<br />
<strong>Realizado por</strong> Marita Grabiak<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Alexis Denisof, Stacey Scowley, Miracle Laurie</p>
<p><span id="more-937"></span></p>
<p><strong>Instinct</strong> é um episódio com uma boa ideia que foi bem executada até um certo ponto. No caso da semana, Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) adopta a personalidade de uma mãe para um cliente cuja mulher morreu a parir o filho. O episódio tem um argumento sólido, mas esperava mais comédia vinda de de escritoras como <strong>Michelle Fazekas</strong> e <strong>Tara Butters</strong>, criadoras de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0955322/">Reaper</a>. Sei que este é um assunto pouco apropriado para este género, mas as séries de <strong>Joss Whedon</strong> sempre foram conhecidas por ter uma mistura drástica de comédia que normalmente não se adaptaria bem à maioria das séries.</p>
<p>O enredo foi bom e estudava a sensação que um Active tem ao passar por tantas diferentes personalidades. Sensação essa muito bem expressada por Echo no final do episódio. No entanto, esperava mais. Echo ainda não evoluiu e parece que quando veste uma personalidade fica sem a dela. Isto leva-nos ao grande problema da primeira temporada: é difícil sentir empatia com alguém que muda de personalidade todas as semanas.</p>
<p>Num <a href="http://tvdependente.net/2009/10/dollhouse-2x02-instinct-fox/comment-page-1/#comment-27981" target="_blank">comentário</a> a uma <em>review </em>a este mesmo episódio noutro site da especialidade, foi dito que este episódio seria perfeito como piloto e esta é a mais pura das verdades. Era impossível alguém que nunca tivesse visto <strong>Dollhouse </strong>começar a ver <strong>Vows </strong>e perceber metade do que estava a acontecer. O episódio nem teve o <em>&#8220;Anteriormente em Dollhouse&#8230;&#8221;</em>. Aqui estava uma boa oportunidade para atrair novos espectadores. Se inicialmente pensávamos que estávamos a ver uma série sobre uma mulher a ser traída pelo marido, haverá melhor <em>twist </em>que essa mulher ser uma vítima de uma agência secreta?</p>
<p>Esperava que eles trabalhassem mais o conflito interior de Echo tal como fizeram com Saunders. Optaram por adiar mais uma vez. No final houve mais uma conversa com Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) em como ambos querem derrubar a Dollhouse. Podiam ter aprofundado este assunto muito mais. Apesar disso, nem tudo foi mau. Eliza fez um óptimo trabalho e o caso da semana até nem foi mau. Teve bastante ritmo e manteve-me interessado até ao fim.</p>
<p>Os outros enredos foram um pouco desinteressantes. Embora eu goste do Senator Daniel Perrin (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0219206/">Alexis Denisof</a>) e espere que a investigação dele vá para a frente, achei que podia ter sido feito melhor. Afinal, ele passa o episódio a falar com a mulher, recebe documentos de alguém anónimo e fala mais um bocado com a mulher. Não podiam dar nada melhor ao Alexis Denisof?</p>
<p>A November (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>) voltou à Dollhouse. Gostei da conversa dela com DeWitt (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>), nem que seja para ver estas óptimas actrizes em acção. Foi bom vê-la outra vez, mas este enredo não trouxe nada de novo ou de relevante à história. Espero desenvolvimentos.</p>
<p>Para concluir, <strong>Instinct </strong>é um bom episódio, mas está um bocado aquém daquilo que se pedia da série seria neste momento. Manteve-me interessado e gostei, mas quero desenvolvimentos e que esta temporada se comece a mexer. O argumento foi sólido e foi bem realizado, principalmente, na última parte, a conversa com o pai do bebé e Echo. Para além disso, os casos da semana começam a ser cansativos se usados em demasia. Aguardo inovações.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/3.5.gif" alt="" /></p>
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		<title>Review de &#8220;Vows&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/10/03/review-de-vows/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/10/03/review-de-vows/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 21:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 1 - &#8220;Vows&#8221;
Escrito por Joss Whedon
Realizado por Joss Whedon
Actores convidados: Amy Acker, Liza Lapira, Alexis Denisof, Jamie Bamber

A recepção ao episódio que marca o regresso de Dollhouse, Vows, foi mista. Quando fui ver o episódio tentei baixar as expectativas tendo em conta que a série tem consideráveis problemas, mas é muito difícil depois de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=911&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/57.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 1 -</strong> &#8220;Vows&#8221;<br />
<strong>Escrito por</strong> Joss Whedon<br />
<strong>Realizado por</strong> Joss Whedon<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Amy Acker, Liza Lapira, Alexis Denisof, Jamie Bamber</p>
<p><span id="more-911"></span></p>
<p>A recepção ao episódio que marca o regresso de <strong>Dollhouse</strong>, <strong>Vows</strong>, foi mista. Quando fui ver o episódio tentei baixar as expectativas tendo em conta que a série tem consideráveis problemas, mas é muito difícil depois de <strong>Epitah One</strong> e de uma promessa que a série irá finalmente entrar na linha.</p>
<p><strong>Vows </strong>é um episódio muito bom. Alguns dos problemas que <strong>Dollhouse </strong>tinha na primeira temporada ainda estão lá, mas outros estão a ser resolvidos e a série parece muito mais coesa do que na primeira temporada. Sim, ainda falta aquela inexplicável emoção que <strong>Buffy</strong>, <strong>Angel </strong>e <strong>Firefly </strong>tão facilmente atingiram. No entanto, estamos a ir pelo bom caminho.</p>
<p>O episódio é dividido em dois enredos: a forma como a Claire (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>) está a lidar com a sua sua recente descoberta de que é uma Doll e a missão da semana. Os enredos estão bem interligados e o enredo secundário é um luxo. Com Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) na Dollhouse já não há aquela divisão no espaço que nos dava a sensação de estarmos a ver dois acontecimentos em separado ao mesmo tempo. Para além disso, o episódio faz um bom trabalho em planear os enredos para o futuro. Esta temporada tem tudo para ser mais equilibrada e coesa que a primeira.</p>
<p>O enredo de Whiskey é claramente o ponto alto do episódio. Amy Acker é uma actriz de uma categoria incrível e o material que Joss lhe deu neste episódio é ouro. As cenas em que ela contracenou com Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) e Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) foram das melhores que esta série já mostrou. Topher é uma personagem complicada e muito difícil de simpatizar. Detestava-o na primeira tempora e quem leu estas <em>reviews </em>sabe muito bem que não tinha problemas em dizê-lo. No entanto, vimos-lhe uma faceta diferente em <strong>Epitah One</strong> e, em <strong>Vows, </strong>confirma-se que se tornou num dos trunfos da série.</p>
<p>O casamento de Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>). Há quem diga que esta foi a parte pior do episódio e que <strong>Dollhouse </strong>está a voltar à fórmula da missão da semana. Tenho que discordar. Pode ter sido a parte menos boa do episódio, mas isso é por mérito do outro enredo e não desmérito deste. Gostei muito da missão. <a href="http://www.imdb.com/name/nm0051397/">Jamie Bamber</a> é um noivo à maneira. Os <em>twists </em>foram demais. Para além disso, acho que quem achou que isto foi apenas mais uma missão da semana, não prestou bem atenção à evolução da relação entre Paul e Echo.</p>
<p>Paul e Echo são claramente o foco da série e estou muito interessado em saber onde é que esta relação vai parar, mas, sobretudo, como vai lá parar. Paul parece ter esquecido os seus princípios e cedido aos seus desejos levando-nos à eterna questão: será que os fins justificam os meios? A montagem musical da noite de núpcias foi excelente e a cena em que Paul tenta fazer com que Echo se lembre do seu encontro em <strong>Man On The Street</strong> também. Encheram-me as medidas. Fizeram-me perceber que cada vez gosto mais da série e compreendo melhor os personagens.</p>
<p>Eliza Dushku foi um dos problemas da primeira temporada. Ela simplesmente não tinha a capacidade de interpretar um personagem como Echo e, embora tenham havido melhorias no decorrer da temporada, o problema persistiu. No entanto, com Amy Acker em cena, Dushku perde protagonismo e a sua representação parece superficial e nada credível. Eliza deve ter-se apercebido disso mesmo e esforça-se para nos dar a sua melhor interpretação até à data. Mesmo na cena em que teve que usar várias personalidades (perto do avião), esteve cinco estrelas. E, vamos ser sinceros, em termos de estrelas de acção na caixinha mágica, não econtram melhor que Eliza Dushku. Ela brilhou nas cenas de luta. Gosto muito de ver este lado de acção de <strong>Dollhouse</strong>.</p>
<p>O final do episódio deixa-nos ansiosos para o futuro. Mais uma vez, a montagem musical foi demais: Whiskey enfrenta os seus medos, Topher mostra os seus conflitos interiores que pareciam inexistentes no passado, Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>) e Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>) de mãos dadas e uma aliança entre Paul e Echo que está cada vez mais consciente do que lhe está a acontecer. Se juntarmos a tudo isso o enredo do Senador Daniel Perrin (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0219206/">Alexis Denisof</a>) vemos que a série está finalmente a ganhar consitência prometendo uma boa temporada.</p>
<p>Uma coisa que adorei no episódio foi a forma como os personagens falam abertamente das coisas que o espectador está a pensar. Se nós nos questionamos sobre as acções dos personagens, tem toda a lógica que eles também façam isso uns aos outros. Por exemplo: porque é que Paul decidiu cooperar com a Dollhouse; se Boyd se sente tão mal com a moral da Dollhouse, porque está lá?; as cicatrizes de Victor serem tratadas e não as de Whiskey; o facto de Echo ser um Active especial. É apenas mais uma das coisas que tornam o diálogo do episódio genial.</p>
<p>Resumindo, <strong>Dollhouse </strong>não é uma série perfeita, mas é sólida. <strong>Vows </strong>foi um episódio muito bom que plantou as sementes para o futuro. Aguardo com impaciência o seu desenvolvimento. <strong>Joss Whedon</strong> fez um óptimo trabalho na realização, mas, principalmente, no diálogo. No entanto, a série já nos mostrou que faz melhor, portanto é isso que queremos.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/4.gif" alt="" /></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Review de &#8220;Epitah One&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/09/03/review-de-epitah-one/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/09/03/review-de-epitah-one/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 13:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 13 – “Epitah One”
Escrito por Maurissa Tancharoen &#38; Jed Whedon
História por Joss Whedon
Realizado por David Solomon
Actores convidados: Felicia Day, Zack Ward, Janina Gavankar, Chris William Martin, Adair Tishler, Amy Acker, Reed Diamond, Clayton Rohner

Epitah One é o famoso décimo terceiro episódio de Dollhouse. Apesar de, tecnicamente, ser a season finale, o seu enredo não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=774&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/43.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 13</strong> – “Epitah One”<br />
<strong>Escrito por</strong> Maurissa Tancharoen &amp; Jed Whedon<br />
<strong>História por</strong> Joss Whedon<br />
<strong>Realizado por</strong> David Solomon<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Felicia Day, Zack Ward, Janina Gavankar, Chris William Martin, Adair Tishler, Amy Acker, Reed Diamond, Clayton Rohner</p>
<p><span id="more-774"></span></p>
<p><strong>Epitah One</strong> é o famoso décimo terceiro episódio de <strong>Dollhouse</strong>. Apesar de, tecnicamente, ser a <em>season finale</em>, o seu enredo não está relacionado com nenhum dos acontecimentos do resto da temporada. Digamos que era um último esforço do pessoal por detrás de <strong>Dollhouse</strong>. Um virar de todas as cartas que tinham planeadas para nós a longo prazo. Porquê? Porque a série seria com certeza absoluta cancelada. Mas não foi.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Epitah One</strong> mostra um futuro apocalíptico consequência da tecnologia usada na Dollhouse. Tudo está destruído e a maioria das pessoas estão programadas para matar todos aqueles que não estão programados para matar. E é assim que conhecemos um grupo de sobreviventes Mag, Zone, Griff e Lynn (participações de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1260407/">Felicia Day</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0911933/">Zack Ward</a>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0552072/">Chris William Martin</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm1232470/">Janina Gavankar</a>, respectivamente). Apesar das suas questionáveis acções, simpatizamos rapidamente com eles. Eles acolhem um pai e uma criança e, como são obrigados a viver debaixo da terra, encontram uma espécie de spa subterrâneo que nós conhecemos como&#8230; Dollhouse!</p>
<p>Este enredo desenvolve-se a um paço satisfatório dando ritmo ao episódio. Eles descobrem a famosa cadeira e a nossa querida Whiskey (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>), mas o mistério adensa-se quando os elementos do grupo começam a morrer. A história é interessante e o desfecho nada previsível, mas o melhor do episódio é saber como é que a humanidade chegou  a este ponto. Para isso, são-nos mostrados vários <em>flashbacks </em>em forma de memórias de alguns personagens já nossos conhecidos.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 1</strong><br />
Este não tem muito que se lhe diga. Vemos Adelle (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) com um cliente e serve apenas para explicar o que é a Dollhouse.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 2</strong><br />
Se nunca gostei muito de Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) nesta temporada, <strong>Epitah One</strong> era o episódio que precisava para mudar de opinião. Com uma excelente interpretação de Fran Kranz, este <em>flahsback</em> que nos mostra a contratação de Topher é simplesmente genial.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 3</strong><br />
E mais uma vez este episódio muda a minha opinião em relação a algo que aconteceu noutro episódio. Por exemplo, agora vejo a contratação de Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) com outros olhos. Se na altura esta me parecia repentina e fora de carácter para a personagem, esta aliança que ele tem com Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>), não só mostram que Paul não é um hipócrita como dão um interesse enorme à personagem de Eliza Dushku.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 4</strong><br />
Já todos viamos esta a milhas de distância, mas é sempre bom uma confirmação. Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) e Claire juntos. E finalmente Boyd, que até agora queixava-se muito, mas não saía do lado errado, entra em acção.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 5</strong><br />
O princípio do fim. Mr. Ambrose, da Rossoum Corporation, e outros que tais, decidem que a tecnologia da Dollhouse está a ser subaproveitada. Viver para sempre? Vamos a isso. Excelente interpretação de Enver Gjokaj.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 6</strong><br />
Adelle e Dominic (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>). Adelle admite que estava errada, que não se inscreveu para fazer aquilo. Ele já sabia que isto ia acontecer. Mais uma excelente cena.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 7</strong><br />
Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>) e Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>). Nem dez anos depois estes dois têm sossego. Ao que parece os Actives não sairam ilesos de tanta experimentação e têm de tomar comprimidos que os deixam num estado não desejado.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 8</strong><br />
A Dollhouse torna-se no refúgio dos sobreviventes. Quem são eles? Todos aqueles que não atenderam um telefonema que transformou todos os outros em zombies prontos a matar tudo o que virem à frente. Agora também gostava de saber onde é que os que querem viver para sempre vão buscar os corpos, depois de tanta matança. E parece que a culpa é de Topher em mais uma excelente prestação de Fran Kranz.</p>
<p><strong>MEMÓRIA 9</strong><br />
Caroline e Paul ao salvamento! Vamos para um sítio chamado Safe Haven? Já não era sem tempo. Tantas perguntas e tão poucas respostas.</p>
<p>Voltando ao enredo futurístico, devo dizer que gostei muito do quarteto principal e tive pena que dois deles morressem, principalmente a Lynn. Há que admitir que esteve melhor que a Felicia Day. No entanto, acho que fizeram a escolha certa. A química entre Mag e Zone é inegável. A última cena, com Whiskey (muitos dizem que ela morre, mas tenho sérias dúvidas) e com as fotos dos Actives foi bastante comovente.</p>
<p>O episódio foi muito melhor escrito do que eu esperava tendo em conta que estamos a falar da dupla que nos deu <strong>Stage Fright</strong> e <strong>Haunted</strong>. O diálogo por vezes até parece vindo de Joss Whedon (se é que não foi) com linhas como <strong><em>&#8220;Who said the deeper, the better?&#8221;</em></strong> e <strong><em>&#8220;No tech ever, that&#8217;s our theme song!&#8221;</em></strong>. A realização foi muito para além do competente e David Solomon mostra-nos porque é o realizador principal da série.</p>
<p><strong>Epitah One</strong> é um episódio excelente e mostrou-nos tudo o que a série poderia ter sido se não tivesse sido cancelada. Mas&#8230; espera! A série não foi cancelada. Então aqui tenho que me perguntar se não havia melhor maneira de fazer estas revelações. Digo isto porque, para mim, durante toda esta temporada, aquilo que mais me atraiu em <strong>Dollhouse </strong>foi a sua ambiguídade moral e o facto de acontecer num mundo como o nosso. Este desfecho, apesar de ser o mais lógico, deixa-me a pensar se <strong>Dollhouse </strong>não estará a dirigir-se para mais uma história de um futuro apocalíptico perdendo o que de melhor tinha o conceito inicial. Para além disso, não sei se gosto de saber o que vai acontecer, pois perde um bocado a imprevisibilidade. Apesar de todas estas preocupações, seria parvo se não adorasse Epitah One.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/4.5.gif" alt="" /></p>
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		<title>Review de &#8220;Omega&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/09/03/review-de-omega/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 12 – “Omega”
Escrito por Tim Minear
Realizado por Tim Minear
Actores convidados: Miracle Laurie, Amy Acker, Alan Tudyk, entre outros.

Omega é a segunda parte do final da primeira temporada de Dollhouse, isto é, se considerarmos Epitah One um episódio extra, o que deve ser feito, porque na realidade é em Omega que os enredos desenvolvidos nesta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=769&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/17.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 12</strong> – “Omega”<br />
<strong>Escrito por</strong> Tim Minear<br />
<strong>Realizado por</strong> Tim Minear<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Miracle Laurie, Amy Acker, Alan Tudyk, entre outros.</p>
<p><span id="more-769"></span></p>
<p><strong>Omega</strong> é a segunda parte do final da primeira temporada de <strong>Dollhouse</strong>, isto é, se considerarmos <strong>Epitah One</strong> um episódio extra, o que deve ser feito, porque na realidade é em <strong>Omega </strong>que os enredos desenvolvidos nesta temporada encontram uma conclusão. <strong>Omega </strong>é um episódio muito bom, mas, infelizmente, não é a <em>season finale</em> que estávamos à espera.</p>
<p>Os enredos de <strong>Omega </strong>acontecem em duas linhas temporais: a primeira vai do momento em que Caroline (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) chegou à Dollhouse até à fuga de Alpha (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0876138/">Alan Tudyk</a>) e o segundo é o presente, a continuação directa de <strong>Briar Rose</strong>. Os acontecimentos do passado servem para explicar tudo o que está a acontecer agora, desvendando lentamente o mistério que é Alpha.</p>
<p>O episódio incide essencialmente na relação entre Echo e Alpha, ou melhor, a obsessão que ele sente por ela, sem descurar os enredos secundários, a investigação de Paul e Boyd por Echo e a revelação do episódio: a Dr. Claire Saunders (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>) é uma Doll.</p>
<p>Os <em>flashbacks </em>do passado, que relatam os principais acontecimentos da Dollhouse anteriores ao que vimos em <strong>Ghost</strong>, são um verdadeiro deleite e a grande mais valia do episódio. Alpha e Whiskey vão numa missão com um cliente, mas as coisas não correm como o esperado e Alpha provoca problemas. A Dollhouse contém a situação, pensando que é um caso isolado. Quando Caroline chega à Dollhouse começa a obcessão de Alpha que culmina no ataque a Whiskey. Alpha foge e promete voltar para salvar Echo um dia.</p>
<p>A investigação de Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) e Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) parece feita para passar o tempo, à medida que vão sendo dados os <em>flashbacks</em>, até eles irem realmente à procura de Alpha. Um desperdício das capacidades de Tahmoh, tendo em conta o seu desenpenho em <strong>Briar Rose</strong>. A acção decorre no covil de Alpha, onde não faltam debates, discussões, monólogos sobre a identidade, a liberdade e outras temáticas indo mesmo ao âmago do tema da série e conprovando o talento de Tim Minear (não que alguém tivesse dúvidas depois de ter visto <strong>Out Of Gas</strong>). Na Dollhouse pouco acontece, mas há uma interessante interacção entre Whiskey e Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>), onde ela descobre que é uma Doll, carta de mestre que promete um leque enorme de possibilidades, e Topher descobre que cada pessoa, mesmo um Active, tem uma essência, podem chamar-lhe alma se quiserem, ditando que a tecnologia e o ambiente social têm limites.</p>
<p>Então o que é que falta neste excelente episódio? É simples: um clímax. Todos os enredos foram interessantes, mas o desenlace deixou imenso a desejar. Falta uma grande luta entre Omega e Alpha, com Paul no meio. Falta mais interacção na Dollhouse. O que acontece é que Alpha e Omega têm um pequeno desentendimento, ele foge, ela procura a tal caixinha com Caroline dentro, Paul apanha, Boyd fica parado à espera. E assim, todos ficam contentes e sub-aproveitados.</p>
<p>No fim, a decisão mais controversa do episódio: Paul concorda em trabalhar para a Dollhouse. Tudo indicava nesse sentido e era o único possível, mas devia ter sido trabalhado durante mais tempo. O que salva esta direcção é que ele, como foi visto em <strong>Briar Rose</strong> quando mandou o FBI embora, tem claramente segundas intenções e não o fez a troco de nada. Num pequeno <em>twist</em> engraçado, o segundo do episódio (sendo o primeiro a revelação que Whiskey é uma Doll quando a vemos dançar no escuro e pensamos que é Echo, cena lindíssima), Paul escolhe November (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>) e não Echo para libertar. Uma espécie de redenção por nem sequer a ter tentado salvar em <strong>Briar Rose</strong>.</p>
<p>No campo da interpretação tenho dois actores em especial para destacar: Amy Acker e Alan Tudyk. A primeira mostra pela primeira vez a sua verdadeira capacidade como actriz. E convenceu-me. Ela é lindíssima e interpreta qualquer papel que lhe derem de uma forma fenomenal. Alan Tudyk mostrou mais uma vez do que é capaz e deslumbra. Ele é de tal forma convincente que nós não vemos apenas aquelas personalidades todas dentro dele, como também as sentimos. Não podia ter sido feita uma escolha melhor. Quanto à menina Dushku,  a controversa protagonista da série, apesar de ter vindo a melhorar, neste episódio ficou claro a sua inferioridade quando a comparamos com Alan Tudyk na matéria das multi-personalidades. Ainda por cima num episódio onde Amy Acker lhe consegue roubar a atenção quase sem esforço. No entanto, estou à espera de mais para a próxima temporada, pois a Eliza já provou que consegue ser mais do que competente em <strong>Spy in the House of Love</strong> e <strong>Briar Rose</strong>, por exemplo.</p>
<p>O episódio acaba com uma excelente música percorrendo os personagens criando uma certa empatia (não muita, diga-se) por estas controversas pessoas. <strong>Omega </strong>é um bom episódio, muito bem realizado, muito bem escrito com algumas excelentes interpretações. É uma <em>season finale </em>satisfatória, mas longe de ser excelente e não é certamente o estrondo que estávamos à espera. O que é uma pena, diga-se de passagem.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/4.gif" alt="" /></p>
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		<title>Review de &#8220;Briar Rose&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/09/03/review-de-briar-rose/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 11 – “Briar Rose”
Escrito por Jane Espenson
Realizado por Dwight H. Little
Actores convidados: Miracle Laurie, Amy Acker, Reed Diamond, Liza Lapira, Alan Tudyk, entre outros.

Briar Rose pode ser considerada a primeira parte para o estrondoso final de Dollhouse constituído por Briar Rose e Omega, visto que Epitah One não passou na Fox (americana). Briar Rose, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=767&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/14.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 11</strong> – “Briar Rose”<br />
<strong>Escrito por</strong> Jane Espenson<br />
<strong>Realizado por</strong> Dwight H. Little<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Miracle Laurie, Amy Acker, Reed Diamond, Liza Lapira, Alan Tudyk, entre outros.</p>
<p><span id="more-767"></span></p>
<p><strong>Briar Rose</strong> pode ser considerada a primeira parte para o estrondoso final de <strong>Dollhouse</strong> constituído por <strong>Briar Rose</strong> e <strong>Omega</strong>, visto que <strong>Epitah One</strong> não passou na Fox (americana). <em>Briar Rose</em>, que foi buscar o nome ao conto da Bela Adormecida, é um episódio muito bem estruturado, talvez o melhor logo a seguir a <strong>Spy in the House of Love</strong>. Apesar de não brincar com as linhas temporais, consegue interligar muito bem todos os seus enredos criando uma coexão que faltava aos episódios inicias.</p>
<p>Todo o episódio foi sabiamente envolvido por uma interessante metáfora. Um príncipe que salva a bela adormecida incapaz de se libertar do feitiço. Soa familiar? Claro que sim. E a Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) também. Numa missão pro-bono, Echo impersona Susan, uma rapariga bem sucedida com um passado trágico, que tenta ajudar uma rapariga demasiado parecida consigo própria (até no nome). Assim, a Susan grande ajuda a Susan pequena com a ajuda do conto da Briar Rose que serve de moldura ao quadro deste episódio. Ninguém contava era com a identidade do principe&#8230;</p>
<p>Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) está farto de andar às escuras e finalmente decide agir usando a informação a seu favor. Só que não é o único&#8230; Depois de descobrir a localização da Dollhouse e um sujeito chamado Kepler (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0876138/">Alan Tudyk</a>) ele entra pela Dollhouse a dentro sem qualquer tipo de plano B, isto é, se considerarmos o plano A um plano. Sorte a dele (ou nem por isso), o seu parceiro é algo mais do que dizia ser e tinha tudo cuidadosamente planeado. Kepler é Alpha (twist!).</p>
<p>Alpha, que não é senhor de meias medidas, mata Stephen Kepler em LA, mas move-o para Tucson onde supostamente ficam os &#8220;escritórios administrativos&#8221; da Dollhouse. Depois bastou lançar o isco, ou deverei dizer disco, que continha a informação necessária para despistar a Dollhouse. Então, com Tucson de um lado e Paul do outro, Alpha ficou com o caminho aberto para o seu grande objectivo: Echo. Alpha e Echo juntos. Haverá melhor <em>cliffhanger</em>?</p>
<p>O episódio foi óptimo. Levado às costas pela fabulosa dupla Tahmoh e Tudyk, a quem a senhora Jane Espenson deu diálogos absolutamente fabulosos, teve ainda outros atractivos como uma Eliza Dushku competente e uma alegoria interessante. Mais que isso, a revelação de Alpha foi claramente o ponto alto, não desiludindo nem um bocadinho. Mesmo sendo um enorme fã de <strong>Firefly</strong>, nunca pensei que Alan Tudyk tivesse tanta diversidade como actor.</p>
<p>Um problema alheio ao episódio foi a existência de <em>spoilers</em>. Qualquer pessoa que esteja minimamente informada sobre a série sabia que Alan Tudyk é Alpha. Porquê? Porque alguns sites são ignorantes e têm a mania de dizer que as notícias de casting não são spoilers. Assim, muita boa gente, eu incluído, ficou o episódio todo à espera de ver Alpha, mas em vez dele temos Kepler. Um excelente <em>twist </em>foi totalmente arruinado e o episódio passado na angustiante expectativa de ver Kepler transformar-se em Alpha.</p>
<p><strong>Briar Rose</strong> foi um excelente episódio, ao nível de <strong>Man On The Street</strong> e <strong>Spy in the House of Love</strong>. Muito bem escrito por Jane Espenson, muito bem estruturado e com as brilhantes interpretações de Alan Tudyk e Tahmoh Penikett. A realização também não ficou atrás e Dwight Little proporcionou-nos uma excelente luta. Digo e repito, óptimo episódio. Venha o próximo.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/4.5.gif" alt="" /></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dollhousept.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dollhousept.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dollhousept.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dollhousept.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dollhousept.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dollhousept.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dollhousept.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dollhousept.wordpress.com/767/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dollhousept.wordpress.com/767/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dollhousept.wordpress.com/767/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=767&subd=dollhousept&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Review de &#8220;Haunted&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/05/07/review-de-haunted/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/05/07/review-de-haunted/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 15:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 10 &#8211; “Haunted”
Escrito por Jane Espenson, Maurissa Tancharoen &#38; Jed Whedon
Realizado por Elodie Keene
Actores convidados: Miracle Laurie, Ian Anthony Dale, Jordan Bridges, Gregg Henry, entre outros.

Depois de uma overdose de mitologia, Joss Whedon toma a infeliz decisão de nos dar um episódio standalone. A premissa até é interessante: uma mulher morre e a Dollhouse [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=608&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/11.jpg" alt="" /><strong></strong></p>
<p><strong>Episódio 10</strong> &#8211; “Haunted”<br />
<strong>Escrito por</strong> Jane Espenson, Maurissa Tancharoen &amp; Jed Whedon<br />
<strong>Realizado por</strong> Elodie Keene<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Miracle Laurie, Ian Anthony Dale, Jordan Bridges, Gregg Henry, entre outros.</p>
<p><span id="more-608"></span></p>
<p>Depois de uma overdose de mitologia,<strong> Joss Whedon</strong> toma a infeliz decisão de nos dar um episódio <em>standalone</em>. A premissa até é interessante: uma mulher morre e a Dollhouse trá-la de volta no corpo de Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>), com as memórias de uma semana anterior ao seu assassinato, e ela tenta descobrir quem a matou. No entanto, o episódio desilude porque a execução não faz jus à premissa. O que o salva são os interessantes enredos secundários e a óptima interpretação de <strong>Eliza Dushku</strong>.</p>
<p>Comecemos pelo enredo principal. O que é que esteve mal? Tudo. A verdade é que serviu para entreter, mas numa série de <strong>Joss Whedon</strong> a este ponto do campeonato esperava-se muito mais. O que nós vimos foi basicamente a Margaret (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000283/">Brenda Bakke</a> / <a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) a ver as reacções dos seus familiares, tentando acalmar a dor e a investigar o mistério da sua morte, muito mal, diga-se de passagem. O assassino acaba por inadvertidamente se revelar: é o filho, e parece que a estupidez está-lhes no sangue. Porque outra razão é que ele iria confessar o crime? Foi demasiado óbvio. Qualquer criatura pensante via o resultado a quilómetros de distância.</p>
<p>O enredo secundário da Dollhouse foi bom. Embora tenha tido alguma &#8220;palha&#8221;, serviu a sua função: aprofundar a personagem Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>). A sua química com Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>) foi boa e vê-la a comportar-se como uma <em>geek babe</em> foi uma cena a não perder. Adorei a forma maternal como DeWitt (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) tratou o Topher, deixando-o cometer esta indiscrição uma vez por ano, no dia do seu aniversário. Surpreendeu Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) e a mim também. Fiquei desiludido com Boyd. A primeira coisa que fez foi contar a DeWitt. Deve ter-se esquecido que quando Topher pensou que ele era o espião o avisou primeiro. E é este tema que liga o enredo principal ao secundário: a solidão. Acho fantástico a forma como cada episódio de Dollhouse está ligado a um tema (<strong>Man On The Street</strong>: fantasia; <strong>Needs</strong>: necessidades; <strong>Spy In The House Of Love</strong>: Confiança; etc&#8230;).</p>
<p>A relação entre Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) e Mellie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>) continua a evoluir e não no bom sentido. Paul investiga Mellie e vê umas coisas bastante interessantes: ela já esteve presa. Parece que uma mãe que perdeu a filha não era tudo o que havia para saber sobre November&#8230; Adoro ver o Paul e Mellie juntos. A cena do jantar foi demais (&#8220;Adorabubble&#8221;? Lindo!). A relação está obviamente condenanda juntando-se a todas as outras relações impossíveis do Whedonverse. Paul finalmente cede à tentação e esquece o facto de Mellie ser uma <em>doll</em>, indo para a cama com ela. Tenha pena do personagem e esta história levanta mais um interessante dilema que esta tecnologia possibilida: e se alguém que vocês conhecem, gostam e faz parte da vossa vida fosse um <em>Active</em>? No fim, Paul compara-se a um cliente, mas acho que, tendo em conta a situação, está a ser um pouco duro.</p>
<p>Para concluir, <strong>Haunted </strong>foi um episódio médio. Se gostei muito de ambos os enredos secundários, o enredo principal, que ocupa a maior parte do episódio, esteve abaixo do esperado. Mais uma vez <strong>Jed Whedon</strong> e <strong>Maurissa Tancharoen</strong> não conseguem estar ao nível dos outros argumentistas do Whedonverse, mas esperava bem mais de <strong>Jane Espenson</strong>. Foi bem realizado e a interpretação de <strong>Dushku </strong>deu um pouco de brilho ao episódio. Não foi mau, mas também não foi muito bom. Quero mais e quero melhor e espero que eles consigam dar-nos nos próximos episódios.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/3.5.gif" alt="" /></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dollhousept.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dollhousept.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dollhousept.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dollhousept.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dollhousept.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dollhousept.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dollhousept.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dollhousept.wordpress.com/608/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dollhousept.wordpress.com/608/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dollhousept.wordpress.com/608/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=608&subd=dollhousept&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Review de &#8220;Spy in the House of Love&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/04/18/review-de-spy-in-the-house-of-love/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/04/18/review-de-spy-in-the-house-of-love/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 18:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 09 &#8211; &#8220;Spy in the House of Love&#8221;
Escrito por Andrew Chambliss
Realizado por David Solomon
Actores convidados: Reed Diamond, Amy Acker, Miracle Laurie, Liza Lapira, Valerie Cruz, entre outros.

Spy in the House of Love, o novo episódio de Dollhouse tem o título mais exuberante da série até agora. E, por coincidência, ou talvez não, também é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=564&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/06.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 09</strong> &#8211; &#8220;Spy in the House of Love&#8221;<br />
<strong>Escrito por</strong> Andrew Chambliss<br />
<strong>Realizado por</strong> David Solomon<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Reed Diamond, Amy Acker, Miracle Laurie, Liza Lapira, Valerie Cruz, entre outros.</p>
<p><span id="more-564"></span></p>
<p><strong>Spy in the House of Love</strong>, o novo episódio de <strong>Dollhouse </strong>tem o título mais exuberante da série até agora. E, por coincidência, ou talvez não, também é o episódio mais exuberante. O episódio cruza quatro enredos que partem dos mesmos acontecimentos, só que vistos por pontos de vista diferentes. Esta técnica com a ajuda da excelente estrutura do episódio dá-lhe uma óptima coesão e, ao espectador, a óptima sensação de estar a fazer um <em>puzzle</em>, com as peças a encaixar à medida o episódio avança.</p>
<p><strong><em>Echo: I can help you.<br />
Topher: Why would you want to?<br />
Echo: Why wouldn&#8217;t I?<br />
Topher: Did I just lose an argument to a doll?</em></strong></p>
<p><strong>Dollhouse.</strong> O início do episódio dá-nos um pouco da resolução do mesmo, mas volta rapidamente atrás e mostra-nos a ordem cronológica dos acontecimentos pelo ponto de vista de Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) até à sua impressão. Diria que é o ponto de partida para as outras perspectivas. Esta parte do episódio é um pouco lenta e dá-nos a sensação de que não estamos a perceber nada do que está a acontecer, que é provavelmente como se sente Echo, mas é graças a esta ignorância que o resto do episódio tem uma sensação ainda mais agradável</p>
<p><strong><em>Mellie (depois de ver todas as fechaduras que Paul tem na porta): I guess the neighbourhood went to crap while I was gone.</em></strong></p>
<p><strong>November.</strong> Passamos a ver o episódio pelo ponto de vista de November (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>), que vê Echo, mas não se lembra dela. Visto que ela já estava com a personalidade e memórias de Mellie, não se devia lembrar que ela era Caroline? Provavelmente Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) fez qualquer coisa a esse respeito, pois acho que a série não iria errar numa coisa tão simples. Mellie volta a casa e encontra um Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) muito diferente daquele que deixou. Nota-se que fez imensos progressos na investigação, mas pareceu perder um bocado a noção das coisas e diria até que está um pouco louco. E como se o rapaz ainda não tivesse problemas que cheguem, vem a revelação de que Mellie é uma Doll. Custou ao início, mas parece que Paul está pronto para usar essa informação em seu benefício. Aguardamos desenvolvimentos. Este enredo surpreendeu-me porque pensei que esta revelação ia demorar um pouco mais a chegar. Tal não aconteceu, o que só abona em favor da série que está com um ritmo alucinante. A estratégia de usar Mellie para nos mostrar Paul também foi bastante interessante, dando a sensação que nada caiu do céu e que tudo está ligado.</p>
<p><strong><em>Paul: You should go back to your mother&#8217;s.<br />
Mellie: I can&#8217;t. Aside from the obvious reasons like she lives in Iowa and likes to set me up with losers I dated in high shcool, I realized that I was running away from my life.</em></strong></p>
<p><strong>Sierra.</strong> Esta parte do episódio é claramente uma pausa de todos os desenvolvimentos que aconteceram. A acção e o diálogo foram muito bem intercalados neste episódio e estas cenas foram óptimas.</p>
<p><strong><em>Sierra: Tall order.<br />
Dominic: Oh, if you don&#8217;t think you can pull it off&#8230;<br />
Sierra: I didn&#8217;t say that. I just want you to appreciate how awesome I&#8217;m going to be when I deliver.</em></strong></p>
<p><strong>Victor.</strong> O Romeu prepara-se para mais uma missão com Miss Lonely Hearts. E, surpresa das surpresas, daquelas de deixar a boca aberta, o queixo caído e uma grande expressão de &#8220;WTF?!&#8221;: Miss Lonely Hearts é, nada mais nada menos, Miss Adelle DeWitt (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) tratada gentilmente por Katherine. Esta foi a parte mais calma do episódio, mas nem por isso menos interessante. Adelle é uma das personagens mais interessantes da série e Olivia Williams fez um excelente trabalho a desenvolver o personagem. Como ninguém vive só de trabalho, o sonho de DeWitt é ter companheiro, encontrar o verdadeiro amor, alguém em que possa confiar e confidenciar. O seu sonho é Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>). No entanto, a moralidade daquilo que faz está a destruí-la cada vez mais e sentimos o conflitos da personagem. À noite, aparece a chorar e só no fim do episódio descobrimos a razão.</p>
<p><em><strong>Topher: Anything else?<br />
Echo: Yeah, some clothes. I can&#8217;t catch a spy in my pajamas.</strong></em></p>
<p><strong>Echo.</strong> A parte final do episódio é fantástica. Em parte devido à magnífica interpretação de Eliza Dushku que, na minha opinião, teve a oportunidade de interpretar a Doll mais interessante até ao momento e o fez com uma aparência lindíssima, e não estou a falar no fato de <em>dominatrix</em> (embora esse tenha claramente os seus pontos positivos). A procura do espião foi excelente, com Echo ao estilo de <strong>Sherlock Holmes</strong>. A cena do interrogatório, que faz lembrar Bushwacked (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0303461/">Firefly</a>) foi muito engraçada (podem ler alguns excertos mais abaixo). E o clímax foi do melhor com a surpreendente descoberta que Dominic (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>) é o espião e uma luta entre Echo e Dominic que já se antecipava há algum tempo, mas que eu nunca pensei que realmente acontecesse.</p>
<p><em><strong>Topher: I&#8217;m not the spy. I discovered the spy. Remember? The spy was operating under my nose.<br />
Echo: Which means you&#8217;re either dangerously incompetent or you&#8217;re trying to throw us off your trail.</strong></em></p>
<p>Foi interessante ver o confronto entre DeWitt e Dominic. Ela pareceu impiedosa e não mostrou misericórdia a ninguém, mas foi aqui que descobrimos porque é que ela estava a chorar no final do seu encontro com Victor: porque o seu aliado, e, atrevo-me a dizer, amigo de há três anos, a traiu. Com Dominic fora do baralho, Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) é promovido, embora não muito por sua vontade. Assim, Adelle começa de novo e Echo também. Ou talvez não. Porque, segundo a última cena, Echo não cortou todos os seus laços com Boyd.</p>
<p>A conversa entre DeWitt e Dominic levantou algumas questões. Será que ele estava a dizer a verdade? Será que ele estava a tentar controlar a Dollhouse? É possível. Mas então quem é que anda a mandar mensagens a Paul? DeWitt não quer que a Dollhouse seja controlada, ela não quer que a Dollhouse seja governada pela Rossum, ela não quer que a Dollhouse seja uma organização clandestina com pouco controlo governamental. Poderá isto ter alguma coisa a ver com o propósito da Dollhouse que November falou? Quererá a Dollhouse libertar-se da Rossum? Por agora parece que há três facções. Uma quer destruir a Dollhouse e está a ajudar Paul, outra é governamental e quer ajudar a Rossum a controlar esta perigosa tecnologia e existe ainda outra que quer usar a Dollhouse para qualquer coisa mais ambiciosa.</p>
<p><em><strong>Ivy: My talents go beyond asking whether he wants chocolate chio or oatmeal. Which I do very well, thank you, but I probably know enough about the imprint equipment to rip it down and reassemble it without Topher ver knowing. Well, that didn&#8217;t sound good, did it?</strong></em></p>
<p><em><strong>Boyd: We&#8217;re pimps and killers. But in a philanthropic way. Can I go now?</strong></em></p>
<p>Antes de terminar, gostava de dedicar mais um parágrafo a Echo. Se ao início Echo era pouco apelativa, porque estava sempre a mudar de personalidade e era difícil o espectador ganhar empatia com ela e o máximo que conseguíamos sentir era pena, agora a situação mudou por completo. Eliza está a melhorar significativamente a sua interpretação e Echo é agora a minha personagem favorita. Nunca pensei que uma Doll pudesse ter esta profundidade. Ela é imprevisível, diferente e a sua vulnerabilidade é a sua maior arma. Até senti um arrepio na espinha quando Dominic disse <strong><em>&#8220;Someday you&#8217;re gonna erase them!&#8221;</em></strong>. Se ao início a fraqueza de Dollhouse era o seu personagem principal, pode muito bem ser a sua mais valia no futuro. Nunca se viu ninguém assim.</p>
<p><em><strong>Dominic: Oh, oh, what, is&#8230; is her body language telling you she&#8217;s innocent?<br />
Ivy: No, her language language is telling you she&#8217;s innocent.<br />
</strong></em></p>
<p><em><strong>Ivy: Shouldn&#8217;t we help?<br />
Dominic: Yeah. I helped when I imprinted her with kung fu skills, but be my guest.</strong></em></p>
<p>Para concluir, <strong>Spy in the House of Love</strong> é dos melhores episódios de <strong>Dollhouse </strong>até agora, senão o melhor. Está ao nível de <strong>Man On The Street</strong>, mas imerge ainda mais na mitologia da <strong>Dollhouse</strong>. Foi magistralmente bem escrito por um novato no <em>Whedonverse</em>, <a href="http://www.imdb.com/name/nm2544048/">Andrew Chambliss</a>, e tem diálogos fabulosos que se assemelham cada vez mais ao estilo de <strong>Whedon </strong>e também foi bem realizado pelo veterano <a href="http://www.imdb.com/name/nm0813313/">David Solomon</a>. <strong>Dollhouse </strong>está cada vez melhor, cada vez mais complexo e nós cada vez mais imersos neste mundo. Nem acredito que desta vez a espera é de duas semanas&#8230;</p>
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		<title>Review de &#8220;Needs&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/04/07/review-de-needs/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/04/07/review-de-needs/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 12:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 08 &#8211; “Needs”
Escrito por Tracy Bellomo
Realizado por Félix Enríquez Alcalá
Actores convidados: Reed Diamond, Amy Acker, Miracle Laurie, Skyler Stone, Angel Desai, entre outros.

Se me pedissem para descrever o novo episódio de Dollhouse, Needs, a palavra que usaria seria óptimo. E ainda dizia mais, devia ser assim que todos os episódios deviam ser feitos. Needs [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=537&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts2/02.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 08</strong> &#8211; “Needs”<br />
<strong>Escrito por</strong> Tracy Bellomo<br />
<strong>Realizado por</strong> Félix Enríquez Alcalá<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Reed Diamond, Amy Acker, Miracle Laurie, Skyler Stone, Angel Desai, entre outros.</p>
<p><span id="more-537"></span></p>
<p>Se me pedissem para descrever o novo episódio de <strong>Dollhouse</strong>, <strong>Needs</strong>, a palavra que usaria seria óptimo. E ainda dizia mais, devia ser assim que todos os episódios deviam ser feitos. <strong>Needs </strong>é o exemplo do que um episódio &#8220;normal&#8221; de <strong>Dollhouse </strong>devia ser porque é sólido, muitíssimo bem estruturado, com excelente diálogo, interpretações fortes, moralmente provocador e com toques de génio. Embora, na minha opinião, não chegue à genialidade de <strong>Man On The Street</strong>, mostra uma série que acabou de atingir a maturidade.</p>
<p>Mais uma vez Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) é o protagonista do enredo secundário. O episódio começa com Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) a entrar pela porta do apartamento de Paul. Ele está semi-nu e ela parece um deusa noir. Ela tem pouco tempo e uma mensagem para entregar. Ele responde sarcástico <strong><em>&#8220;Não lutamos desta vez?&#8221;</em></strong>, ameaça prendê-la e pergunta quem a mandou ali. Ela diz apenas que ele tem uma coisa que ela e quem a mandou precisam. Mas acrescenta <em><strong>&#8220;Eu também tenho uma coisa que tu precisas&#8221;</strong></em>. Ele pergunta o quê e ela beija-o. Atrapalhado responde-lhe <strong><em>&#8220;Eu não sou um cliente, eu não preciso disso&#8221;</em></strong>, mas ela diz-lhe que ele sabe que precisa e ainda diz mais: <strong><em>&#8220;Salva-me Paul&#8221;</em></strong>. Se dúvidas havia relação ao possível envolvimento romântico entre eles ou mesmo à falta de química dos actores, ambas foram dissipadas neste momento.</p>
<p>Bela maneira de captar o espectador. Mellie (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>) aparece e agora percebemos: é tudo um sonho. E acontece o momento mais surreal do episódio, engraçadíssimo. Paul diz <strong><em>&#8220;Eu sei que isto é confuso para todos nós&#8221;</em></strong>, mas não consegue parar de beijar Caroline, Mellie reclama mais uma vez e ele <strong><em>&#8220;Desculpa, eu tenho uma coisa que ela precisa&#8221;</em></strong>. Há qualquer coisa na forma como Tamoh Penniket diz estas palavras que torna esta situação desconfortável numa situação completamente surreal. Até agora, nunca me tinha apercebido quão bom actor Tamoh é. Caroline morre e Mellie atira-lhe à cara que ele deixou-os magoá-la. Ele nega e sentimos a culpa que ele mostra em relação a ela que lhe pergunta como é que eles sabiam? Paul acorda e provavelmente pergunta a si próprio a mesma coisa: como é que eles sabiam onde ele estava, que Mellie estava com ele e a hora exacta que ele tinha saído para atacarem Mellie (ou assim parecia)?</p>
<p>Esta sequência é absolutamente brilhante. <strong>Dollhouse </strong>pode ter tido, e ainda tem, muitos problemas, mas não é qualquer um que nos entrega uma cena destas! O diálogo, a produção, as interpretações, tudo é perfeito e harmonioso. Esta sequência resume a vida de Paul até agora: ele não precisa da própria Caroline. Ele precisa de salvá-la. Mas ainda se sente culpado pelo que aconteceu a Mellie e sente-se ainda mais culpado por não conseguir deixar a investigação por ela. Ele está dividido entre as duas. Deseja uma, mas preocupa-se com a outra. No resto do episódio Paul encontra o dispositivo que a Dollhouse usa para o espiar, embora eles não estejam nada preocupados com isso por agora, e leva-o a Jimmy (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1043126/">Skyler Stone</a>), perito em <em>hacks </em>e outros trabalhos ilegais, que lhe diz o que ele já sabia: ele está a lidar com pessoas muito mais poderosas do que ele.</p>
<p>Na Dollhouse decorre uma reunião sobre os erros que têm acontecido em alguns Actives. Aliás, algumas das reclamações dos fãs assentavam nas missões dos Actives que poderiam ser feitas por qualquer um que fosse especializado (discordo em relação à maioria das missões) e que parecia haver erros em todas as missões o que coloca a Dollhouse numa posição de falta de eficácia. Este segundo ponto é perfeitamente pertinente, mas facilmente justificável porque esses erros acontecem geralmente a Echo. Mesmo assim, como Echo saiu de uma missão, Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>) começou a ter sensações e Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>) e November recuperaram memórias com o efeito do soro, foi convocada uma reunião de emergência.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Laurence: If your child starts speaking for the first time, you feel proud. If your dog does, you freak the hell out.</em></strong></p>
<p>Na reunião, Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) sugere uma resolução com drogas mais fortes, mas recebe uma oposição fortíssima da Dr. Claire Saunders (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>). Amy Acker impecável, como sempre. O ponto alto da reunião é obviamente quando Dominic (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>) compara os Actives a animais de estimação recebendo rapidamente o desprezo da Dr. Saunders. É nesta reunião que assenta o enredo principal do episódio. Dr. Saunders tem uma ideia de como parar os erros dos Actives, deixando-os obter paz e conclusão. Assim, Topher programa os Actives com as suas personalidades originais, mas sem memórias. Essas eles vão obtendo de modo a conseguirem satisfazer as suas &#8220;necessidades&#8221; físicas e emocionais.</p>
<p>É na forma como eles controlam o episódio que está o valor do mesmo. Manipulam o espectador de modo a surpreenderem-no constantemente com os já habituais e cada vez melhores <em>twists</em>. Se ao início pensamos que o Topher fez asneira e eles recuperaram as suas personalidades originais, querendo fugir; chegamos a pensar que tudo não passa de um teste para o pessoal da Dollhouse e só no fim descobrimos toda a verdade: afinal é uma estratégia da Dr. Saunders de modo a evitar os conflitos e erros de programação.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Victor: Hey, noise? Not helping.</em></strong></p>
<p>O episódio continua e os Actives acordam e planeiam a fuga. A conversa em que eles tentam perceber onde estão é fabulosa e vêm à calha ideias como aliens, uma experiência governamental e millionários assassinos. Mike é apanhado, provavelmente foi a estratégia que a Dollhouse usou para incitar os quatro principais a fugir. Caroline e Victor assumem o controlo e este último acaba por se revelar um excelente <em>comic relif</em>. Tem linhas que valem ouro. Depois, todos acabam por se separar e cada um vai à procura das suas necessidades.</p>
<p><strong>November</strong>: Vai à procura da sua filha, Katie. À medida que as memórias voltam apercebe-se que a sua filha morreu, sendo essa a provável razão dela se &#8220;candidatar&#8221; à Dollhouse. Quando visita o cemitério e encontra vê o nome da filha na lápide, atinge o seu propósito, satisfaz a sua necessidade e chega à sensação de conclusão, desmaiando.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Victor: Come on! Who doesn&#8217;t want to put Alien Guy back in the box?</em></strong></p>
<p><strong>Victor</strong>: Continuamos sem saber muito acerca do passado de Victor. A sua necessidade é mais presente e pode, ou não, estar relacionado com a sua pessoa original. Ele quer Sierra. Essa necessidade, relacionada com Sierra em particular, pode ter sido desenvolvida na Dollhouse, mas acredito que o sentimento geral esteja relacionado com a sua vida anterior como militar que vimos no episódio anterior.</p>
<p><strong>Sierra</strong>: Esta Active tem provavelmente a história mais aterradora de todos que nos faz levantar sérias questões acerca da já pouco fiável moralidade da Dollhouse. Sierra não foi voluntária. Ela foi parar à Dollhouse porque recusou envolver-se com alguém importante. Esse alguém tinha ligações à Dollhouse. E, por isso, a sua necessidade era recuperar o seu poder confrontando Nolan, o homem que a escravizou.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Dollhouse Staffer: Good morning!<br />
We&#8217;re having banana pancakes for breakfast today.<br />
Tango: I like pancakes.<br />
Victor: We&#8217;re all gonna die.</em></strong></p>
<p>Com este enredo, Joss consegue levantar dois assuntos excelentes: o amor entre Victor e Sierra e a voluntariedade dos Actives. Quanto ao primeiro, devo dizer que estou extremamente curioso. Acho o Enver um excelente actor e eles têm química. Agora será que o amor deles consegue ultrapassar aquele pequeno obstáculo que é terem constantemente a sua memória apagada e estarem presos num ilegal hotel de cinco estrelas?</p>
<p>Uma das razões porque muitas pessoas não gostaram de Dollhouse consiste numa coisa que Joss Whedon apelidou de &#8220;ick factor&#8221;. Esta série é moralmente cinzenta. E isso está relacionado com a empatia que a audiência tem com as personagens. O problema é que metade das personagens do elenco não têm qualquer sentido de moralidade e há outra parte não tem personalidade. Eu acho esta diferença extremamente apelativa, mas há quem não concorde.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Victor, after choking his handler unconscious: He&#8217;s very tired.</em></strong></p>
<p>Na batalha que se aproxima, <em>Dollhouse</em> VS <em>Quem-quer-derrubar-a-Dollhouse</em>, convém não esquecer os lados. Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) e Dr. Claire Saunders parecem boas pessoas, mas estão claramente do lado errado enquanto Paul, por muitos defeitos que possa ter, não está. Se ainda havia quem considerava a Dollhouse algo de humanitário, a história de Sierra colocou as coisas mais claras e transformou as suspeitas em factos. E tudo aquilo por que ela está a passar, juntando a sua inocência e vulnerabilidade e aliado ao facto de estar romanticamente interessada noutro personagem a transformam na personagem mais provável de morrer até ao final da temporada.</p>
<p><strong>Echo</strong>: A sua necessidade foi consistente com aquilo que já sabíamos sobre Caroline. Ela quer justiça. Sem dúvida uma decisão estúpida da parte dela, sem pensar. Como é que ela conseguiria sozinha derrotar a Dollhouse? Não conseguiu. Mas Adelle (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) e Topher subestimaram Caroline. Ela pode não ter conseguido salvar ninguém, nem mesmo a si própria, mas conseguiu pedir ajuda. E Paul vai a caminho. A cena de luta entre ela e a outra <em>handler </em>foi incrível. A única série da actualidade que tem lutas deste calibre é <strong>Chuck</strong>.</p>
<p>Um defeito bastante comum que põem a Dollhouse é sobre a personagem e actriz principais. Eliza Dushku pode não ser brilhante, nem ser tão boa como <strong>Sarah Michelle Gellar</strong> ou <strong>Nathan Fillion</strong>, mas está a evoluir a olhos vistos. Nas missões faz um bom trabalho e como Active também. Há quem diga que não, mas a diferença entre Caroline-a-fazer-de-Echo e Echo foi claríssima e embora também já esteja farto de a ouvir dizer <strong><em>&#8220;Did I fall asleep?&#8221;</em></strong> a verdade é que ela tem uma boa interpretação.</p>
<p>Quanto à empatia sentida por Caroline, ou a falta dela, acho que andam todos a ser muito duros. Até agora só vimos a sua faceta activista, mas houve dois anos da sua vida depois disso sobre os quais não sabemos nada. Para além disso, só a vemos em situações complicadas. Ela estava a tentar bater a Dollhouse. Não me parece que esse seja o momento certo para mostrar vulnerabilidade.</p>
<p>Needs foi um óptimo episódio. <strong>Tracy Bellomo</strong> (Smallville) fez um excelente trabalho no diálogo e <strong>Félix Enríquez Alcalá</strong> também esteve muito bem na realização. A parte em que os Actives são libertados é visualmente estonteante. Um episódio sólido que consolida a premissa da série. Estou cada vez mais interessado em <strong>Dollhouse</strong>. Acho que agora posso dizer que estou realmente convencido e mal posso esperar por saber o que vai acontecer a seguir.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/4.gif" alt="" /></p>
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		<title>Review de &#8220;Echoes&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/04/03/review-de-echoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 15:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 07 &#8211; &#8220;Echoes&#8221;
Escrito por Elizabeth Craft e Sarah Fain
Realizado por Tim Minear
Actores convidados: Reed Diamond, Miracle Laurie, Mehcad Brooks, Josh Cooke, entre outros.

O novo episódio de Dollhouse, Echoes, é provavelmente aquele que mais controvérsia causou perante a crítica. Alguns consideraram-no um episódio muito bom pertencente à nova etapa de Dollhouse, outros consideraram-no tão mau [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=515&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts/96.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 07 &#8211; &#8220;</strong>Echoes&#8221;<br />
<strong>Escrito por</strong> Elizabeth Craft e Sarah Fain<br />
<strong>Realizado por</strong> Tim Minear<br />
<strong>Actores convidados: </strong>Reed Diamond, Miracle Laurie, Mehcad Brooks, Josh Cooke, entre outros.</p>
<p><span id="more-515"></span></p>
<p>O novo episódio de <strong>Dollhouse</strong>, <strong>Echoes</strong>, é provavelmente aquele que mais controvérsia causou perante a crítica. Alguns consideraram-no um episódio muito bom pertencente à nova etapa de <strong>Dollhouse</strong>, outros consideraram-no tão mau quanto <strong>Stage Fright</strong>. Eu inclino-me entre as duas. <strong>Echoes </strong>é um bom episódio que nos vai provocar enormes gargalhadas, no entanto tem algumas falhas na sua estrutura que prejudicam a experiência do espectador.</p>
<p>O episódio é divido em quatro enredos: o enredo principal sobre a droga no campus de uma universidade que está directamente ligado aos <em>flashbacks </em>de Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) e às aventuras de Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) e Adelle (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) dentro da Dollhouse. Também damos uma espreitadela ao apartamento de Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) e vemos a evolução da sua relação com Mellie ( participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>).</p>
<p>Quando um tubo de ensaio que contém um fármaco capaz de matar toda a população de uma universidade desaparece da corporação farmacêutica Rossum, o seu director recorre à Dollhouse, tanto para a obtenção de uma cura, pois agora não se sabe em quem se pode confiar, como para minimizar os danos. Porquê? Porque os Actives são, supostamente, imunes à droga. Aprendemos que a Rossum Corporation foi quem desenvolveu a tecnologia usada na Dollhouse que passou a financiá-la.</p>
<p>Echo, que não estava a participar nessa missão, começa a lembrar-se, pela quinquagésima vez, mais do que devia e, ao ver o campus da universidade onde se situam os laboratórios da Rossum, deixa o seu cliente algemado a uma cama e decide ir lá para salvar alguém que já se encontra morto há algum tempo vestida como uma personagem de uma anime. Não que haja alguma coisa de errado com isso. Como se calcula ela acaba por salvar o dia de um aluno que tinha roubado o remédio e matado acidentalmente o melhor amigo para o vender (o remédio, não o amigo) à concorrência.</p>
<p>Este enredo principal não é, nem o mais original, nem o mais interessante, que a série já arranjou. No entanto, quando conjugado com os flashbacks de Echo e com as cenas entre Topher e Adelle na Dolhouse acaba por resultar bem. O passeio em que Echo e Sam (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1419635/">Mehcad Brooks</a>) é aborrecido e o actor que faz de Sam foi simplesmente mau. Não digo horrível porque o actor estava tão pálido, ou melhor dizendo, inexpressivo que eu nem sequer pensei na opção de ele ser o causador daquela confusão toda.</p>
<p>À medida que seguimos a narrativa principal, somos ocasionalmente transportados para as memórias de Echo, da altura em que era Caroline. A verdade é que o passado de Caroline não é tão interessante como prometia e afinal ela não é tão má como se pensava ao ver os primeiros minutos de <strong>Ghost</strong>. Acaba por se revelar uma boa pessoa e a história, apesar de apelativa, não cumpre as expectativas. Esperemos que Joss Whedon tenha algumas surpresas preparadas para os 2 anos que Caroline esteve a fugir de Adelle, porque dava muito jeito ter um personagem principal mais complexo. Mais uma vez, péssimo <em>casting</em>. Os actores que fazem de amigos de Caroline, assim como o namorado, não são remotamente interessantes e graças a eles espero ver o menos possível desta parte da vida de Caroline.</p>
<p>À custa do tal fármaco que vai passando de pessoa em pessoa, recebemos algumas piadas bastante engraçadas de pessoas que geralmente não são engraçadas, como Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) ou Dominic (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>), por exemplo. No entanto, o mais divertido foi mesmo a excelente química entre uma Adelle descontrolada e um Topher sem calças. A cena do trampolim irá saltar à memória de qualquer um sempre que se lembre de <strong>Dollhouse</strong>.</p>
<p><strong>Topher</strong>: I&#8217;m working! What are you doing, besides being&#8230;<br />
<strong>Adelle</strong>: Being what?<br />
<strong>Topher</strong>: Wait a minute.<br />
<strong>Adelle</strong>: Sarcastic? Unfeeling? British?<br />
<strong>Topher</strong>: It&#8217;s an animal.<br />
<strong>Adelle</strong>: Where?<br />
<strong>Topher</strong>: No, the word.<br />
<strong>Adelle</strong>: Still, you have to admit, I am… very&#8230; British. I don&#8217;t say hard Rs.<br />
<strong>Topher</strong>: You know what I like? Brown sauce. What&#8217;s it made of? Science doesn&#8217;t know.<br />
<strong>Adelle</strong>: It&#8217;s made of brown.<br />
<strong>Topher</strong>: Brown&#8230; mined from the earth by the hardscrabble brown miners of North Brownderton.<br />
<strong>Adelle</strong>: Oh, my God! I find lentils completely incomprehensible.</p>
<p>Paul e Mellie (ou deverei dizer November?) acabam de uma maneira bastante fraca. Se no episódio anterior foram uma enorme mais valia, neste foram uma quebra de ritmo. Mesmo estando sobre o controlo da Dollhouse, Mellie mostrou o seu lado manipulativo usando o seu ataque para tentar convencer Paul a sair do caso. Ela sabia muito bem no que se estava a meter quando foi para a cama com ele.</p>
<p>Para concluir, <strong>Echoes </strong>tem a vantagem de ser um episódio que evolui a narrativa ao mesmo tempo que consegue isolar-se completamente dela para nos dar a experiência mais perto do humor presente em <strong>Buffy </strong>(e <strong>Firefly</strong>) possível. Não é nada de extraordinário, mas mantém-nos entretidos durante uma hora. Sem dúvida inferior a <strong>Man On The Street</strong>, mas não pior que qualquer um dos cinco episódio iniciais. Valeu pelos risos, mas estou à espera de mais e melhor agora que nos estamos a aproximar do fim.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/3.5.gif" alt="" /></p>
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		<title>Review de &#8220;Man On The Street&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/28/review-de-man-on-the-street/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/28/review-de-man-on-the-street/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 00:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 06 - &#8220;Man On The Street&#8221;
Escrito por Joss Whedon
Realizado por David Straiton
Actores convidados: Amy Acker, Reed Diamond, Miracle Laurie, Patton Oswalt, Kevin Kilner, Mark Sheppard, Liza Lapira, entre outros.

Man On The Street é, sem dúvida alguma, o melhor episódio de Dollhouse até à data. Depois de cinco episódios com qualidade duvidosa, este sexto episódio [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=484&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts/94.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 06 -</strong> &#8220;Man On The Street&#8221;<br />
<strong>Escrito por</strong> Joss Whedon<br />
<strong>Realizado por</strong> David Straiton<br />
<strong>Actores convidados: </strong>Amy Acker, Reed Diamond, Miracle Laurie, Patton Oswalt, Kevin Kilner, Mark Sheppard, Liza Lapira, entre outros.</p>
<p><span id="more-484"></span></p>
<p><strong>Man On The Street</strong> é, sem dúvida alguma, o melhor episódio de <strong>Dollhouse </strong>até à data. Depois de cinco episódios com qualidade duvidosa, este sexto episódio é uma lufada de ar fresco. Os cinco anteriores não podem nem devem ser apelidados de maus, mas a verdade é que lhes faltava qualquer coisa que uma série deve ter: empatia. Empatia pela história e empatia pelos personagens.</p>
<p>Por si só, <strong>Man On The Street</strong> é um excelente episódio, mas não é perfeito. Este início de temporada de <strong>Dollhouse </strong>foi desequilibrado, para dizer o mínimo. Existe uma enorme quantidade de informação e desenvolvimento do enredo principal neste episódio. Assim, eu pergunto-me: não seria melhor ir fazendo isso desde o início? Usar as missões como enredo secundário e ir desenvolvendo o arco principal um pouco durante todos os episódios? A pergunta fica no ar (para ser respondida por vocês nos comentários) e passemos à <em>review</em> propriamente dita.</p>
<p><strong><em>&#8220;Forget morality. Imagine it&#8217;s true. Imagine this technology being used. Now imagine it being used on you. Everything you believe, gone. Everyone you love, strangers. Maybe enemies. Every part of you that makes you more than a walking cluster of neurons dissolved at someone else&#8217;s whim. If that technology exists, it&#8217;ll be used. It&#8217;ll be abused. It&#8217;ll be global. And we will be over. As a species. We will cease to matter. I don&#8217;t know, maybe we should.&#8221;</em></strong></p>
<p>O episódio começa com uma reportagem sobre o &#8220;mito&#8221; da Dollhouse. O entrevistador fala com algumas pessoas de vários escalões sócio-económicos. Esta perspectiva, que dá o nome ao episódio, coloca-o a outro nível. Uma coisa pela qual nunca perdoei o Sr. Whedon, embora muito provavelmente a culpa nem tenha sido dele, foi a abordagem com que ele fez <strong>Dollhouse</strong>. De início tínhamos uma série estilo <em>noir </em>com uma premissa interessantíssima de uma moralidade duvidosa e ambígua. Depois acabámos por ter um caso da semana com a Eliza a mostrar as suas habilidades, e às vezes um pouco mais&#8230;</p>
<p>A maioria dos entrevistados não acreditam na Dollhouse e, os que acreditam, não são exactamente os mais iluminados. Na temática do episódio, por um lado, temos a perspectiva do cliente, a fantasia, que é o tema principal do episódio. Mesmo que consideremos esta parte não moralmente censurável (e não estou a dizer que o devamos fazer), temos o outro lado: o Active, o Doll, o escravo. Que consequências esta tecnologia, com o poder de controlar o mundo, terá no Active? E se eles são mesmo voluntários, o que é duvidoso, quão informados estarão eles sobre o que vão fazer, sobre os riscos e, sobretudo, sobre as consequências que advirão desta decisão?</p>
<p>Esta perspectiva fala, finalmente, sobre a premissa da série. Sobre a moralidade, ou a falta dela. Sobre as possibilidades. Se tivesses dinheiro, o que farias? E na possibilidade dessa tecnologia cair nas mãos erradas, se é que já não está, que poder terão essas pessoas? Foi uma reportagem muito bem elaborada, muito bem intercalada e um excelente extra para um já de si excelente episódio. E claro, com o habitual traço de comédia de Joss Whedon, com algumas entrevistas que são, no mínimo, hilariantes.</p>
<p>O enredo secundário deste episódio girou à volta de Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>) e posso dizer com confiança que foi o melhor enredo secundário que a série teve até agora. Por um lado, é um enredo que se aguentou muito bem por si só, por outro lado, foi um enredo que no fim foi magistralmente ligado ao enredo principal.</p>
<p>Quando Sierra se encontra visivelmente perturbada, a Dra. Saunders (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>) desconfia que alguma coisa se passa. Depois de analisada, descobre-se que Sierra está a ter relações sexuais. Isto, junto com a recente infelicidade leva-nos a concluir que são contra a sua vontade. A questão agora é: quem é que anda a violar Sierra? As suspeitas, baseadas nos desenvolvimentos do episódio anterior, voltam-se todas para Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>). O enredo da &#8220;reacção masculina&#8221; de Victor no episódio anterior foi extremamente útil neste mistério. Como espectador, desconfiava de Victor, mas também tinha a sensação que alguma coisa não estava a bater certo. E é aqui que entra um dos <em>twists </em>habituais de Joss&#8230;</p>
<p>Quem violou Sierra, foi o seu <em>handler </em>e não Victor. Posso afirmar que fiquei muito surpreendido, não porque fosse improvável, mas porque nem sequer me tinha passado pela cabeça. Com o enredo principal a andar a cem à hora é difícil arranjar muito tempo para pensar no secundário. Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) foi, mais uma vez, muito últil. Mostrou que não depende da Dollhouse, agindo sozinho, e que também consegue fazer as suas artimanhas. Para culminar este mistério, nada melhor que uma murraça de Boyd lançando Hearn (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0453273/">Kevin Kilner</a>) por um mar de vidros estilhaçados. Lindo.</p>
<p>Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) finalmente descobre uma pista que liga a Dollhouse a um cliente de nome Joel Mynor (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0652663/">Patton Oswalt</a>). E qual é o Active que ele encontra de serviço? Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>). Tenho de realçar que toda esta parte foi muito bem feita. Paul entra na casa à força, fala com Echo e Joel num diálogo tão engraçado como surreal e entra numa luta com os guarda-costas do cliente, que pouco fica atrás à luta do episódio da qual falaremos mais à frente. A interpretação de Eliza Dushku está fantástica, ela parece mesmo surpreendida e continua a insistir que o marido comprou a casa com o dinheiro da pornografia, num excelente registo cómico como nunca pensei que ela pudesse fazer. Entretanto, Boyd retira Echo de toda aquela confusão e, com os guardas no chão, Paul tem uma amigável conversa com Joel Mynor.</p>
<p><em><strong>&#8220;The Dollhouse? Uh, it&#8217;s pink and it opens up and there&#8217;s teeny furniture, and you put the boy doll on top of the girl doll and we learn about urges.&#8221;</strong></em></p>
<p>O diálogo entre Paul e Joel é muito bom. E isso tem ainda mais valor tendo em conta que nem é nada pequeno. O diálogo é exactamente aquele a que Joss Whedon nos habituou, ou anda lá muito perto, e temos duas magníficas interpretações de Patton Oswalt e Tahmoh Penikett. É neste diálogo que Joel nos conta a sua trágica história e é aqui que tudo começa a ficar turvo outra vez. Nós sabemos que o que ele está a fazer é errado, mas não conseguimos deixar de simpatizar com o personagem sentindo pena da sua situação. Pelos menos até Ballard dizer <strong><em>&#8220;I&#8217;m sorry for your loss, Mr. Mynor. It doesn&#8217;t make you anything other that a predator.&#8221;</em></strong>.</p>
<p>Entretanto, a relação entre Mellie (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>) e Ballard finalmente evolui. Apesar de achar um bocado estranho visto que há um episódio atrás ele nem sequer lhe liga e, de repente, vai para a cama com ela, tanto os actores como o diálogo dão a sensação que tudo acontece com naturalidade. E finalmente percebi o que é que Joss viu em Miracle Laurie. Se o papel de vizinha preocupada não fazia jus à actriz, este episódio mudou tudo. A menina convenceu-me completamente.</p>
<p>Na Dollhouse, quando Adelle (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) sabe que Ballard interrompeu uma das suas missões manda Echo &#8220;tratar do assunto&#8221;. Não sem antes mandar Hearn matar Mellie, visto ela saber demais sobre a Dollhouse. E se eu tinha imensas suspeitas em que achava que Mellie era um Active, todas elas se desvaneceram neste exacto momento.</p>
<p>Echo vai atrás de Paul e é nesta cena que acontece a melhor luta que eu vi em muito, muito tempo. A coreografia é excelente, o ritmo alucinante, queremos respirar, mas eles não param. Simplesmente arrasador. Ainda não me saiu da cabeça a imagem de Echo a mandar o enorme Paul abaixo com as suas pernas a baterem sonoramente no carro. A luta acaba e, graças a um não muito honesto truque, Echo leva a melhor. E é agora que sabemos a sua missão. Echo quer alvejar um polícia com a arma de Paul, fazendo com que ele seja expulso do FBI.</p>
<p>Echo não perde tempo e fala com Ballard: Existe um espião na Dollhouse que te mandou esta mensagem através de mim. Existem à volta de vinte Dollhouse&#8217;s espalhadas pelo mundo e tu não vais conseguir pará-las sozinho. A fantasia é o negócio da Dollhouse, mas não o seu objectivo. E de repente, através destas divulgações, tudo ganha proporções inimagináveis. Echo também avisa Ballard que a Dollhouse não hesitaria em matar as pessoas mais próximas a ele. Paul grita &#8220;Mellie!&#8221; e depois sai disparado.</p>
<p>Ao som de uma música clássica que assenta na cena que nem uma luva, Mellie vai à porta a pensar que Paul já chegou. Não é Paul, é Hearn. E começa outra fabulosa cena de acção. Paul corre até casa, tentando telefonar a Mellie para a avisar. A música continua. Ouvimos o telefone a tocar no apartamento e pensamos &#8220;Tarde de mais. Whedon voltou a fazer das suas e a personagem mais querida e indefesa morre às mãos daquele idiota&#8221;. Mas não é Ballard ao telefone, é Adelle que rapidamente diz uma frase em código: <strong><em>&#8220;There are three flowers in a vase. The third flower&#8230; is green.&#8221;</em></strong> (excelente montagem de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0833191/">David Straiton</a>). Mellie muda completamente e implacavelmente acaba com o submisso Hearn ainda atordoado com a surpresa. Mellie volta ao normal e Paul chega a casa abraçando-se a ela ainda a chorar. Mellie é um Active.</p>
<p>O clímax do episódio não podia ter sido melhor. A complexidade do tema em questão deixa-nos mais uma vez pensativos. Pobre Mellie, é um Active e não faz ideia. Mas ela é feliz e está apaixonada. Será a sua felicidade real? Quem será a verdadeira Mellie? A revelação, que podia ser muito previsível para os mais desconfiados, ganha muito mais força porque há momentos atrás Adelle nos tinha convencido de que ela era apenas uma cidadã normal. A cena de luta foi mais uma das razões pelas quais me admirei com a actriz. Ela esteve fantástica. Mesmo quando estava em inferioridade, convenceu. Eu estava literalmente colado ao ecrã.</p>
<p><strong>Dominic &#8211; <em>&#8220;You played a good hand, ma&#8217;am&#8221;</em><br />
DeWitt &#8211; <em>&#8220;I played a very bad hand very well. There is a distinction.&#8221;</em></strong></p>
<p>No final do episódio, os enredos chegam à sua conclusão mais óbvia. Ballard é suspenso, devido às acções maquiavélicas de DeWitt, Victor confraterniza com uma Sierra sem memórias do que lhe aconteceu, Echo volta para acabar a sua missão com Joel e tudo na Dollhouse volta ao normal. Ou pelo menos assim parece, mas com um escritor destes, nunca se sabe.</p>
<p>Lembram-se de eu dizer que Dominic (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>) iria eventualmente virar-se contra DeWitt? Não me parece que isso irá acontecer num futuro próximo. Noutra pequena nota, a história do espião podia facilmente levar-nos até Ivy (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0487594/">Liza Lapira</a>), mas é tão óbvio que provavelmente estará errado.</p>
<p><strong>Man On The Street</strong> é tudo o que tinha sido prometido. Um excelente episódio que desenvolve a série como nenhum outro o tinha feito. O ritmo foi alucinante, as interpretações óptimas, as cenas de acção fora de série, diálogo à Whedon da melhor qualidade, bons enredos e <em>twists </em>que cheguem para nos pôr a cabeça a andar à roda. Levanta perguntas mais do que suficientes. A revelação de Mellie ser um Active leva-nos perguntar se qualquer um de nós não poderia também sê-lo e tudo o que Echo disse a Ballard levanta outro mar de questões: Quem é que manda na Dollhouse? Quem é o espião infiltrado na Dollhouse e estará ele a trabalhar com Alpha? Qual é o objectivo das Dollhouses que as fantasias estão a financiar?</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/4.5.gif" alt="" /></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Review de &#8220;True Believer&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/21/review-de-true-believer/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 20:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 05 &#8211; &#8220;True Believer&#8221;
Escrito por Tim Minear
Realizado por Allan Kroeker
Actores convidados: Amy Acker, Reed Diamond, Miracle Laurie, Brian Bloom, Mark Totty, entre outros.

True Believer é o novo episódio de Dollhouse e, como se pode deduzir pelo título, o assunto da fé, em forma de um culto religioso, ocupou o enredo principal. O episódio foi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=434&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong>Episódio 05</strong> &#8211; &#8220;True Believer&#8221;<br />
<strong>Escrito por</strong> Tim Minear<br />
<strong>Realizado por</strong> Allan Kroeker<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Amy Acker, Reed Diamond, Miracle Laurie, Brian Bloom, Mark Totty, entre outros.</p>
<p><span id="more-434"></span><strong></strong></p>
<p><strong>True Believer</strong> é o novo episódio de <strong>Dollhouse </strong>e, como se pode deduzir pelo título, o assunto da fé, em forma de um culto religioso, ocupou o enredo principal. O episódio foi bom, mas podia ter sido muito melhor. Sinceramente estava à espera de muito mais de um episódio com este tema escrito por <strong>Tim Minear</strong>, escritor de alguns dos melhores episódios do <strong>Whedonverse</strong>. Em vez disso, tivemos um episódio que, em vez de excelente, foi apenas bom, teve mais inconsistências do que aquelas que eu posso contar e abordou o assunto da forma mais cliché possível. Dividido em três enredos, comecemos desta vez pelo da missão da semana.</p>
<p>Na missão da semana, Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) é usada para se infiltrar num culto religioso. Como sempre, ela não faz ideia da sua missão. Enquanto isso, Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) está a trabalhar com a <strong>ATF</strong>, agência governamental com a ideia de saber o que está por detrás do culto.</p>
<p>A abordagem ao culto foi tão cliché que parecia que já sabia o que ia acontecer. Temos o chefe violento, os cordeirinhos que o seguem, as armas a fazer feitio e a tentativa de suícidio colectivo no final. Mas nem os clichés conseguiram dar um pouco de consistência a este enredo.</p>
<p>Primeiro temos um chefe, Jonas Sparrow (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0089141/">Brian Bloom</a>) que não se consegue compreender bem. Ele tem fé? Será que acredita mesmo naquilo que diz? Às vezes parece que sim, outras vezes parece que não. Normalmente os chefes destes cultos costumam usar a fé como forma de manipular os súbditos, mas este às vezes parecia mesmo acreditar. Se não acreditasse porque deixaria Echo entrar? Ou porque tentaria queimar a cabana enquanto estava lá dentro?</p>
<p>Depois temos as armas. Armas no culto? Tudo bem. Só não se percebeu bem a função que elas tinham. Pareceu mais uma desculpa para a <strong>ATF </strong>poder avançar. Ele estava a usar o culto como um disfarce para contrabando de armas? Então não tinha fé. Se não tinha fé, porque é que deixou Echo entrar? Ou ele tinha mesmo fé e as armas eram para proteger o seu puro jardim? Se era para o defender, porque é que precisava de tantas armas se quando chegou a altura só ele e mais um é que sabiam usá-las? Ainda por cima, a seguir tenta realizar um suicídio colectivo. Para quê? Pensava que iam sobreviver. Suponhamos que sim, que ficavam todos bem, e depois o quê? É tudo muito pouco coerente.</p>
<p>E como se o culto não bastasse, temos uma agência governamental, a <strong>ATF</strong>, do menos credível que pode haver. Primeiro encontram as armas e querem lá entrar. Tudo bem. Mas por que raio é que não deixam o Boyd extrair a Echo? Era esse o acordo. Ou eles pensavam que simplesmente entravam lá e punham em risco uma das pessoas que faz parte da sua operação? Não deviam ter isto tudo um bocadinho melhor combinado? O Angente Lilly (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0869441/">Mark Totty</a>) enervou-me durante o episódio todo. Como é que alguém assim pode dirigir uma operação destas? Impulsivo, corrompido e detestável?</p>
<p>Quando Boyd vê que está a lidar com um bando de idiotas, investiga um bocadinho e vê que quem escreveu a nota &#8220;Salvem-me!&#8221; que deu origem ao mandato, foi o Agente Lilly que perante a propostas de Boyd agiu novamente como um grande estúpido e tentou matá-lo. Huh?!? Parabéns Lilly, ganhaste o primeiro <strong>Globo da Idiotice</strong> da noite!</p>
<p>Boyd, a única personagem minimamente inteligente nesta trapalhada toda, pede a Dominic (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>) para extrair a Echo que se encontra em perigo. A resposta é não. Tudo bem, já sabemos que o Dominic não gosta da Echo e agora sabemos que a quer morta. Até aqui tudo bem. Não fosse Dominic aparecer lá e salvar Echo de uma morte certa às mãos de Sparrow para a seguir deixá-la a morrer de inalação de fumo. Parabéns Dominic, ganhaste o segundo <strong>Globo da Idiotice</strong>!</p>
<p>Echo, que foi programada para ser uma rapariga de fé, desafia o chefe a toda a força, saindo pela vigésima vez daquilo que foi programada para fazer. Boa Topher, mais uma vez não fizeste as coisas em condições! Eles deviam mesmo repensar o sistema ou actualizar os computadores lá na Dollhouse&#8230;</p>
<p>No fim acaba tudo às mil maravilhas. Boyd salva Echo. Dominic falha. O Agente Lilly é despedido. E todas as inconsistências desta promissora missão são esquecidas. E claro, Echo finalmente não precisou que a Sierra a viesse salvar!</p>
<p>Neste episódio originou-se uma certa tensão entre Adelle (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) e Dominic. E embora saibamos as intenções dos dois, será que vai haver um confronto brevemente? Ele tem razão no que diz, Echo é cada vez mais um perigo para a Dollhouse, mas Adelle não é burra e ele não devia ter agido nas costas dela. Se o confronto realmente acontecer, o meu dinheiro vai para a DeWitt.</p>
<p>Passemos agora ao enredo de Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>). Finalmente o nosso agente começa a aproximar-se de Echo, com a ajuda do famoso anónimo. Foi um bom enredo e Tamoh representou bastante bem, com umas piadas pelo meio. Mellie (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>) aparece mais uma vez a fazer favores a Paul (grande ingrato!) e mostra novamente os seus dotes culinários. Aquela senhora do FBI também encaixou bem e teve alguns momentos engraçados com Paul.</p>
<p>Já na Dollhouse, o Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) e a Dr. Saunders (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>) investigam as erecções de Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>). O <em>comic relief</em> da semana foi engraçado e parece que vai ter alguns desenvolvimentos nos episódios que se seguem. Excelente interpretação de Amy Acker que está muito mais à vontade com diálogo humorístico à Joss Whedon do que Fran Kranz.</p>
<p>Para concluir, tivemos um episódio bom, apesar das enormíssimas inconsistências que o enredo principal teve. Dois enredos secundários bons e fabulosas interpretações de Eliza Dushku (quem dizia que a menina é má actriz tem de ver este episódio!), Harry Lennix e Amy Acker contribuíram para a qualidade do episódio. A realização de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0471862/">Allan Kroeker</a> (Firefly) foi boa e cumpriu os objectivos. O argumento de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0591101/">Tim Minear</a>, apesar de ter alguns traços de génio, foi uma desgraça. No entanto, foi um episódio na linha dos antecessores. Interessante quanto baste e até bastante bom se conseguirmos fechar os olhos a certas coisas. Mesmo assim, e também na linha dos antecessores, foi aborrecido, um bocado previsível e continua a cometer o maior erro de todos: as quebras de ritmo e o desiquilibrio, não conseguindo ser consistente como um todo.</p>
<p>Numa reflexão sobre os cinco episódios de <strong>Dollhouse </strong>até agora, tenho de confessar que estou bastante desiludido. Nenhum dos episódios foi mau, mas também nenhum deles foi excepcionalmente bom e a maioria foi muito aborrecido. Existe uma notória dificuldade em conciliar a missão da semana com o que acontece na Dollhouse e sentimos que ainda falta qualquer coisa que nos permita dizer: &#8220;Eu gosto mesmo desta série!&#8221;. É sem dúvida o pior trabalho de <strong>Whedon </strong>até à data. Como fã, posso dizer que sinto imensa falta daquele diálogo tão característico que havia em <strong>Buffy </strong>e <strong>Firefly</strong>. Existe um imenso <em>buzz </em>positivo à volta do próximo episódio, <strong>Man On The Street</strong>. Esperemos realmente que seja o ponto de viragem e que a série realmente mostre todo o seu potencial!</p>
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		<item>
		<title>Review de &#8220;Gray Hour&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/13/review-de-gray-hour/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/13/review-de-gray-hour/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 04 &#8211; “Gray Hour”
Escrito por Sarah Fain e Elizabeth Craft
Realizado por Rod Hardy
Actores convidados: Reed Diamond, Liza Lapira, entre outros&#8230;

O episódio da semana chama-se Gray Hour e posso adiantar que gostei bastante do episódio. Ele é constituído por três enredos, mas todos eles são muito bem interligados, o que favorece o episódio como um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=413&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong>Episódio 04</strong> &#8211; “Gray Hour”<br />
<strong>Escrito por</strong> Sarah Fain e Elizabeth Craft<br />
<strong>Realizado por</strong> Rod Hardy<br />
<strong>Actores convidados:</strong> Reed Diamond, Liza Lapira, entre outros&#8230;</p>
<p><span id="more-413"></span></p>
<p>O episódio da semana chama-se <strong>Gray Hou</strong>r e posso adiantar que gostei bastante do episódio. Ele é constituído por três enredos, mas todos eles são muito bem interligados, o que favorece o episódio como um todo. Os três enredos são os do costume: o do agente do FBI que anda à procura da Dollhouse, o da Dollhouse em si e o da missão da semana.</p>
<p>Comecemos pelo simpático Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>), que já não é tão simpático neste episódio. Tamoh Penniket não é mau actor. E provou isso. Nas duas cenas em que apareceu foi convincente e roubou a cena por completo. No entanto, a verdade é que todos estes enredos que Ballard está a ter desde o primeiro episódio são pequenos e um tanto ou quanto inúteis. Umas vezes melhores, outras vezes piores, mas inúteis. E aqueles realmente interessantes, que ligam a investigação do senhor ao enredo principal, podiam ser muito bem introduzidos quando este personagem fosse mesmo necessário e realmente acrescentasse algo à acção. Por agora ele é apenas uma ponta solta com pouco mistério à espera de ser atada. Neste episódio, a única coisa que fez foi cortar o ritmo. Nota-se perfeitamente a obrigação que os escritores sentem ao colocá-lo na acção, apenas porque no esboço inicial este era um personagem fulcral.</p>
<p>Uma coisa interessante que surgiu deste enredo foi a pequena referência feita por DeWitt. Ela disse, num telefonema misterioso para alguém misterioso, que Paul precisa de encerrar o assunto e que eles são peritos em dar às pessoas aquilo que elas precisam. Que planos é que a senhora terá?</p>
<p>A missão da semana começou muito bem. É simplesmente impossível não adorar todos os <em>twists</em> que a história dá. Inicialmente, Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) parece estar a fazer de prostituta e a animar uma festa, mas tudo não passa de um esquema para entrar numa zona de segurança que dará acesso a um armazém de arte roubada. Esta primeira parte foi incrível. Teve ritmo, teve intensidade e foi tudo menos previsível. Arranque fenomenal.</p>
<p>No entanto, e como acontece sempre, as coisas não correm pelo melhor. Um dos membros da equipa de Echo (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0411980/">Mark Ivanir</a>) decidiu que merecia uma percentagem de lucro maior e fugiu com a valiosa obra de arte. E como se isso já não fosse mau o suficiente, Alpha volta a fazer das suas e literalmente limpa Echo deixando-a em <em>tabula rasa</em>. A rapidez com que tudo acontece ainda dá mais valor à acção. Echo vai de prostituta, a assaltante profissional, a membro de equipa traída e ao estado de <em>tabula rasa</em> num instante. O esquema funciona, o espectador agradece.</p>
<p>Com o intuito de salvar Echo, a Dollhouse faz o esperado: programa Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>). O problema é que o tempo é escasso. Assim, em vez de entrar por lá a dentro Sierra dá instruções a Echo levando-me a perguntar: porque raio é que Sierra está a dar instruções a um activo em <em>tabula rasa</em> quando tem um membro da equipa saudável mesmo ao lado? Mas deixemos esta passar, porque o episódio está a ser bastante bom.</p>
<p>Este enredo da missão foi óptimo a explorar o tema da <em>tabula rasa</em>. Como é um activo em<em> tabula rasa</em>? Vimos que, mesmo sem se lembrar de nada substancial, Echo tem algumas capacidades próprias e uma certa consciência, por muito básica que esta seja. A prova disso é que ela foi capaz de seguir as instruções de Sierra e quando teve de tomar uma decisão, neutralizou o tipo mais perigoso dos ladrões (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0609845/">Anson Mount</a>), quando estavam quase todos a ser apanhados, e consegue safar-se com o outro aleijadinho (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2584861/">Toby Leonard Moore</a>).</p>
<p>Não pude deixar de sentir uma certa desilusão pela forma como a Dollhouse desistiu de Echo. A situação era difícil, é certo, mas não podiam fazer alguma coisa para salvar o seu activo mais precioso? Tinham mesmo de a &#8220;eliminar&#8221; se tudo desse para o torto? O que lhes valeu foi Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) que não quis abandonar a sua menina.</p>
<p>Cada vez gosto mais de Boyd. O tipo simplesmente tem fibra! A cena dele com o perito em antiguidades foi um dos pontos altos do episódio. Ele é directo, não pensa duas vezes e não é cruel. A forma como ele ameaça, sem ser cruel, mas não mostrando um pingo de piedade é fabulosa. Ele controla a situação. O tiro na perna do tipo foi também um grande bónus. É fácil de simpatizar com ele. E quando a situação aperta lá está ele para ajudar.</p>
<p>Uma das regalias que este episódio nos deu foi o maior conhecimento de Echo que é, quem diria, um <em>comic relief</em> e tanto! Foi delicioso vê-la a dizer coisas totalmente sem nexo. &#8220;<em><strong>Vitas</strong>: Remember, Bonny and Clyde? / <strong>Echo</strong>: Are they here too?</em>&#8220;.</p>
<p>Para responder à pergunta que muitos andam a fazer, sobre a missão que apereceu logo no início do episódio, em que Echo é uma parteira. Muitos pensam que aquela cena saiu do nada e não teve seguimento. A verdade é que ela foi mencionada mais tarde. Quando Echo olha para um quadro onde está uma montanha e diz &#8220;<em>When I&#8217;m there my name is something else.</em>&#8220;. Ou seja, aquela cena foi feita com o intuito de realçar que Echo lembra-se vagamente de algumas coisas.</p>
<p>Resumindo, esta missão da semana foi boa, orginal e deu-nos a conhecer melhor a personagem principal: Echo, que apesar de ter problemas óbvios como personagem, tem alguns pontos cativantes. O ritmo incial da missão foi admirável e foi uma pena a enorme quebra que teve quando Echo ficou em tabula rasa. O intervalo de tempo entre a limpeza de Echo e a polícia a abrir o cofre foi enorme e prejudicou imenso o episódio.</p>
<p>Na Dollhouse, o que aconteceu esteve quase sempre relacionado com a missão, focando a reacção que os elementos da Dollhouse tiveram aos acontecimentos que estavam a decorrer no tal armazém de arte. Descobrimos que Adelle DeWitt (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) responde perante alguém e recebemos umas luzes acerca da memória dos activos. Topher realça que Echo, Sierra e Victor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>) comem todos juntos não porque se lembram uns dos outros, mas devido a um instinto nato que os força a agrupar. Isso até pode ser verdade, mas será que nenhum deles tem a mais pequena recordação? Não haverá nenhum sentimento de <em>dejá-vu</em>?</p>
<p>Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) teve algum tempo de antena neste episódio e tornou possível uma certa empatia com uma outrora irritante personagem. Para isso muito contribuiu a nova personagem, Ivy (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0487594/">Liza Lapira</a>), que teve uma grande química com Topher no ecrã. Apesar de tudo, ainda se sentiu que a personagem não tem um diálogo, ou uma interpretação, muito natural, e sente-se que algumas linhas são bastante forçadas.</p>
<p>Para concluir, <strong>Gray Hour</strong> foi um episódio bom e consolidou Dollhouse como série. Ainda existem algumas coisas que não fluem naturalmente, o que é raro numa série de Whedon. Teve altos e baixos, mas foi muito agradável dando-nos 50 minutos bem passados. O argumento, escrito por <strong>Sarah Fain</strong> e <strong>Elizabeth Craft</strong> (participaram em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0955353/" target="_blank">Angel</a> e criaram <a href="http://www.imdb.com/title/tt0955353/">Women&#8217;s Murder Club</a>), foi bom e teve algumas linhas de génio e a realização por <strong>Rod Hardy</strong> (séries <a href="http://www.imdb.com/title/tt1103987/" target="_blank">Leverage</a> e <a href="http://www.imdb.com/title/tt0407362/" target="_blank">Battlestar Galactica</a> e filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt0465436/" target="_blank">December Boys</a>), estreante no <em>whedoneverse</em>, não ficou atrás. O senhor até nos brindou com uma cena final da qual não me esquecerei tão cedo&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/3.5.gif" alt="" /></p>
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		<item>
		<title>Review de &#8220;Stage Fright&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/02/review-de-stage-fright/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/03/02/review-de-stage-fright/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 21:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 03 &#8211; “Stage Fright”
Escrito por Maurissa Tancharoen e Jed Whedon
Realizado por David Solomon
Actores convidados: Amy Acker,  Reed Diamond, Miracle Laurie, Jaime Lee Kirchner, Graham Norris, entre outros.

E chegámos terceiro episódio de Dollhouse, Stage Fright, que foi escrito por Maurissa Tancharoen e Jed Whedon. As expectativas são altas, porque, embora nem seja sempre muito coerente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=377&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts/78.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 03</strong> &#8211; “Stage Fright”<strong><br />
Escrito por</strong> Maurissa Tancharoen e Jed Whedon<strong><br />
Realizado por</strong> David Solomon<strong><br />
Actores convidados:</strong> Amy Acker,  Reed Diamond, Miracle Laurie, Jaime Lee Kirchner, Graham Norris, entre outros.</p>
<p><span id="more-377"></span></p>
<p>E chegámos terceiro episódio de <strong>Dollhouse</strong>, <strong>Stage Fright</strong>, que foi escrito por <strong>Maurissa Tancharoen</strong> e <strong>Jed Whedon</strong>. As expectativas são altas, porque, embora nem seja sempre muito coerente como um todo, a série mostra muito potencial e, claro, porque este episódio foi escrito por dois dos argumentistas de <strong>Dr. Horibble&#8217;s Sing-Along Blog</strong>.</p>
<p>Adianto já que o episódio não cumpre as expectativas. A verdade é que até foi um passo atrás em relação a <strong>The Target</strong>. Comecemos a análise. Para uma abordagem mais clara, embora todos os enredos estejam relacionados e se cruzem muito bem entre si, vamos dividir o episódio em três: o enredo de Paul Ballard, a missão da semana e os acontecimentos que se passam na Dollhouse.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>A investigação de Paul Ballard</strong></p>
<p>Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>), que anda completamente às cegas no que diz respeito à Dollhouse (se não fosse o homem nu que apareceu no fim do <strong>Ghost</strong>, que supomos ser Alpha embora não exista nada que o prove até agora, o pobrezinho não tinha nada) vai mais uma vez falar com o Lubov (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>). Ele não sabe de nada. Novidade. Mas depois lembrou-se! Suspeito. E, surpresa das surpresas, Lubov não é Lubov, Lubov é Victor, um Active. Quem, como eu, leu o guião de <strong>Echo </strong>ou simplesmente viu o primeiro <em>trailer </em>da série já sabia isto. Aliás, bastava olhar para a foto do elenco e era a primeira coisa que nos saltava aos olhos.</p>
<p>Assim, e graças à dica do seu &#8220;amigo&#8221;, o inteligente Paul Ballard vai a uma garagem de um antigo hotel sozinho à espera de encontrar raparigas prontas a ser traficadas. Calma aí! Foi só a mim que isto soou extremamente estúpido? Que raio de agente do FBI anda, sem parceiro, a investigar um caso supostamente perigoso e entra num sítio daqueles sozinho. O que é que ele esperava fazer sozinho? Armar-se em Alpha, eliminar os maus e salvar o dia às donzelas indefesas? E a máfia russa iria eliminar um agente federal sem mais nem menos? Muito. Pouco. Credível. No entanto, ao menos saboreámos um bom espectáculo de porrada. Já não é nada mau.</p>
<p>Mas ainda não chegámos ao fim. Ainda falta falar de Mellie (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>). Senhora essa que tem o papel mais inútil do episódio, e estou a contar com as cantoras de fundo do palco. Eu simplesmente ainda não percebi o que é que a mulher anda a fazer. É o par romântico de Paul? É a vizinha coscuvilheira? Estará de alguma forma envolvida com a Dollhouse? Será um Active (esta pergunta vai ser feita sobre todas as personagens da série de agora em diante)? Não me admirava muito. Só nos resta esperar. Por agora, a mulher limita-se ao hall do prédio a oferecer restos a Paul ou a encontrar-se com Actives que têm a personalidade de chefes da máfia russos.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>A missão da semana</strong></p>
<p>Na missão da semana, Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>) vai fazer de cantora de fundo de palco e de guarda-costas inato ao mesmo tempo. De salientar que ela não consciência da segunda. Não gostei muito da missão. A verdade é que podiam ter feito muito melhor com este tema, que nada tem de original diga-se de passagem. Mas, como todos sabemos, o que conta é a abordagem. O problema é que a abordagem não foi a melhor. Uma coisa que gostei muito foi o fã psicopata (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1443484/">Graham Norris</a> excelente actor, já agora) e sinto que podiam ter usado muito mais este ângulo, em vez de perder tempo com os sentimentos da diva com tendências suicidas (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1830388/">Jaime Lee Kirchner</a>).</p>
<p>O enredo da missão em si também foi bastante mal estruturado. Houve bons momentos de acção e o climax foi óptimo, mas também houve momentos em que o espectador só podia render-se ao bocejo de tão parados ou desinteressantes que eram. Salvou-se o fim em que Echo usou a diva com tendências suicidas como moeda de troca. Adorei. No entanto, tenho pequena dúvida. O que raio esteve Sierra (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1901842/">Dichen Lachman</a>) a fazer durante a missão? Segundo Adelle ela afastou o fã psicopata da diva com tendências suicidas de modo a afastá-la do perigo, mas pareceu-me que ela foi mas é raptada e, se não fosse Echo, ela estaria ainda mais <em>tabula rasa</em> do que é suposto num Active, que é o mesmo que dizer morta.</p>
<p>Esta missão leva-nos a um assunto bastante interessante: o facto de Echo conseguir inovar com aquilo que lhe é programado, à semelhança de Alpha. Isso podia levar-nos a questionar a eficácia da Dollhouse mais uma vez, mas é-nos levado a crer que isso só acontece, por agora, com três Actives: Alpha, Echo e Sierra. E só afecta as missões em dois deles. Echo melhora a sua capacidade e isso normalmente ajuda a missão e parece que isso também acontecia com Alpha, isto é, até ele se revoltar.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Um Active ou um profissional?</strong></p>
<p>Um assunto também bastante discutido pelos fãs é a utilidade de um Active. Porque não contratar apenas um profissional? Se no caso de um negociador isso não era bastante evidente, ou mesmo nada lógico, nos casos que se seguiram notou-se que podia ser útil: numa missão de sexo o Active ama-nos e uma prostituta não, numa missão de assassinato o Active não se vai lembrar do acontecido, numa missão de guarda-costas um Active é o perfeito disfarce e pode ser mais fiável que um guarda-costas. Faz tudo muito mais sentido se a missão da semana for bem escolhida.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Erros</strong></p>
<p>Outra coisa que não posso deixar de reparar são as falhas que se notam com mais abundância do que o desejado por todo o episódio. Se já enumerei algumas inconsistências em <strong>The Target</strong>, essas relacionadas com a premissa e isso justifica-se porque é realmente uma premissa complexa e são buracos que podem ser tapados mais tarde, a enumeração continua aqui. Já falei na burrice de Paul e essa pode ser justificada pela burrice do personagem, mas a inutilidade de Sierra é uma coisa para a qual não há resposta.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>A Dollhouse</strong></p>
<p>Mudemos agora de cenário e passemos para a Dollhouse:</p>
<ul>
<li><strong>Boyd Langton</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) <strong>e Dr. Claire Saunders</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0009918/">Amy Acker</a>)<br />
Primeiro pensei que só eu tinha reparado, mas depois vi que Topher pensou o mesmo que eu. Serão estes personagens um futuro casalinho?</li>
<li><strong>Adelle DeWitt</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) <strong>e Laurence Dominic</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>)<br />
Ele acha que Echo deve ser mandada para o &#8220;sotão&#8221; (mais um mistério para a colecção) porque a considera um risco e eles não conseguem controlá-la. Ela não concorda porque ela é a melhor Active que eles têm, assimilando as capacidades que lhe dão e usando-as a outro nível para benefício da missão. Resta saber se Echo fez aquilo para salvar Sierra ou para Rayna perceber que não quer morrer. Estou mais inclinado para a primeira.</li>
<li><strong>Topher</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>)<br />
Simplesmente não consegue ter piada!</li>
<li><strong><em>&#8220;Friends help each other out</em>&#8220;</strong><br />
A amizade entre Echo e Sierra está cada vez mais forte, mas, melhor ainda, parece que Echo está a começar a perceber que está em perigo se descobrirem que ela não é tão inocente como parece. Daí aquele aceno para Sierra se afastar no final do episódio, onde habitualmente há sempre algum acontecimento de relevo. Assim, juntamos isto ao gesto em <strong>The Target</strong> e ao homem nu em <strong>Ghost</strong>. Estará Echo a ganhar a sua própria personalidade?</li>
</ul>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Echo &amp; Eliza</strong></p>
<p>Falemos agora de Echo. Um dos maiores defeitos apontados à série é a falta de um personagem principal com o qual as pessoas se pessoal identificar e, consequentemente, afeiçoar. Outro deles é a falta de capacidade de Eliza como atriz. Quanto há primeira, tenho de concordar, o maior sentimento que conseguimos ter por Echo é pena, mas parece que isso vai mudar visto que tudo indica que ela ganhará um personalidade própria. Quanto à segunda, só digo isto: Eliza não é má actriz. Ela é convincente em todos os papeis que representa. É uma boa actriz. Ela representa, ela canta, ela dança. Agora, a verdade é que não consegue representar de modo muito diferente todos os papeis que interpreta, mas não sei se a culpa é dela porque também temos de ver que não lhe foram dados papeis muito diferentes. E também podemos colocar as culpas no Active. O Active pode mudar de personalidade, mas há coisas que nunca mudam: voz, cara. Para além disso, cada Active é apropriado a um certo tipo de missão, e Echo tem missões cujas personalidades são parecidas, visto que se adequam ao Active em si.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">espaço</span></p>
<p>O episódio foi realizado por <strong>David Solomon</strong> e foi muito bem realizado. Os planos foram óptimos, as interpretações foram boas e tudo esteve no devido lugar. Houve cenas fabulosas e a montagem com a voz de Eliza foi o final perfeito. Este talentoso realializador fez mesmo o melhor que pôde com o argumento que lhe foi dado. E é claro que esta <em>review </em>não estaria completa se não falasse de Olvia Williams. É uma excelente actriz que domina todas as cenas em que entra. Carismática e boa intérprete até agora é a que mais se destaca do elenco da série.</p>
<p>Para concluir, este episódio foi um passo atrás em relação ao anterior. Apesar de muito bem realizado, foi impossível esconder as falhas do argumento. O género procedural do caso da semana pode não ser bem a área de <strong>Whedon</strong>, mas mesmo assim estava à espera de melhor. A série promete, mas até cumprir tenho medo que os próximos episódios sejam como este, ou pior. Não sendo pior que <strong>Ghost</strong>, não nos mostrou o mesmo ritmo e mistério que <strong>The Target</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://criticando.com.sapo.pt/class/3.gif" alt="" /></p>
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		<item>
		<title>Review de &#8220;The Target&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/02/22/review-de-the-target/</link>
		<comments>http://dollhousept.wordpress.com/2009/02/22/review-de-the-target/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 01:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 02 &#8211; “The Target”
Escrito por Steven S. DeKnight
Realizado por Steven S. DeKnight
Actores convidados: Amy Acker,  Reed Diamond, Miracle Laurie, entre outros.

O segundo episódio de Dollhouse, The Target, foi bastante superior ao seu antecessor e deu-nos precisamente aquilo que o piloto não tinha: uma missão da semana interessante. O episódio foi divido em três enredos: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=337&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts/74.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 02</strong> &#8211; “The Target”<strong><br />
Escrito por</strong> Steven S. DeKnight<strong><br />
Realizado por</strong> Steven S. DeKnight<strong><br />
Actores convidados:</strong> Amy Acker,  Reed Diamond, Miracle Laurie, entre outros.</p>
<p><span id="more-337"></span></p>
<p>O segundo episódio de <strong>Dollhouse</strong>, <strong>The Target</strong>, foi bastante superior ao seu antecessor e deu-nos precisamente aquilo que o piloto não tinha: uma missão da semana interessante. O episódio foi divido em três enredos: o da missão, o do agente e o <em>flashback </em>da Dollhouse.</p>
<p>Comecemos pelo senhor do FBI. Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>) está presente em três cenas do episódio. Primeiro, vemos Paul a examinar o local do final da missão do episódio anterior e até se mostra perspicaz a deduzir que quem matou os sequestradores e roubou o dinheiro não fazia parte do grupo, mas seria interessante saber como ele ligou o caso à Dollhouse.</p>
<p>Noutro cenário, Paul pressiona Lubov (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2222175/">Enver Gjokaj</a>) acerca da Dollhouse, é gozado por um colega com a mania que é engraçadinho e recebe o envelope do homem misterioso do final do primeiro episódio com a foto e o vídeo de <strong>Caroline</strong>. Também conhecemos a vizinha de Paul, Mellie (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm2829954/">Miracle Laurie</a>), que claramente tem um fraquinho por ele. Pode parecer uma cena inútil, mas há quem diga que será uma personagem importante no futuro.</p>
<p>Foi um enredo secundário mediocre, mais fraco que o do primeiro episódio, e faz com que nos perguntemos por quanto tempo vai Paul ficar à deriva e sem qualquer (aparente) interacção com os membros da Dollhouse que, por seu lado, estão de olho nele. Isso leva-nos à conversa entre Laurence Dominic (participação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0224703/">Reed Diamond</a>) e Adelle DeWitt (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>) sobre a possibilidade de matar Ballard que nos faz pensar que tipo de poderes tem a Dollhouse, de modo a ponderar a morte de um agente do FBI.</p>
<p>Passemos para outra linha de enredo que nos é apresentada em <em>flashback</em>, na altura em que Boyd Langton (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) começou a trabalhar para a Dollhouse, mais concretamente três meses antes dos acontecimentos que presenciamos. Os <em>flashes </em>apresentam-nos <strong>Alpha</strong>, um Active que se revoltou contra a Dollhouse e usou as habilidades das suas antigas personalidades para escapar. Esta revelação revela todo o tipo de questões. Por exemplo: como é Alpha? Ele é bom ou mau? Podemos argumentar que ele só matou porque estava em risco de vida e queria fugir, mas então porque é que ele matou os outros Actives? E, mais importante ainda, porque é que ele não matou Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>)? Agora que conhecemos Alpha, será pertinente supor que Alpha é o homem que vimos no final do episódio anterior? O sangue nas vítimas parece indicar que sim e mesmo a nudez do personagem.</p>
<p>E é precisamente por causa de Alpha, que matou o antigo protector de Echo, que vemos o passado de Boyd. Vemos-lo a juntar-se à Dollhouse, numa animada conversa com Topher e compreendemos a sua relação com Echo, que ao início não era muito pacífica, mas que evolui com o tempo, assim como a empatia de Boyd para com ela. Achei realmente interessante o processo de união entre um Active e o seu Handler (protector). No entanto, existe uma coisa que não fica bem clara: se Langton tem óbvios problemas éticos em relação ao trabalho da Dollhouse porque é que se juntou a eles? Mas outra coisa também ficou clara neste par de episódios, se ele tivesse de escolher, a sua lealdade cairia rapidamente para o lado de Echo. E é um acontecimento muito provável no futuro.</p>
<p>Mudemos agora a nossa atenção para a missão da semana. Devo dizer que foi um grande passo em frente em relação à missão da semana passada. A verdade é que a minha visualização foi contaminada com os abundantes <em>spoiles </em>que vagueiam pela net, mas mesmo assim gostei bastante e os <em>twists </em>foram bem engraçados. Existem três situações que são importantes de mencionar:</p>
<p><strong>1)</strong> Grande Boyd! Dois tiros na perna do gajo sem pensar duas vezes!</p>
<p><strong>2)</strong> Adorei Echo neste episódio. Esteve linda, forte, a cena da floresta entre ela e o Boyd foi tão bem feita que deu para sentir a emoção e o confronto final foi lindo. O facto de Echo lembrar-se cada vez mais de acontecimentos anteriores é interessantíssimo. Irá ela ficar como Alpha? Estará em perigo na Dollhouse? Irão as outras personalidades afectar a personalidade da Caroline? É bom não esquecer que cinco anos depois ela será libertada, isto é, se não acontecer outra situação como aquela provocada pelo Alpha. A cena entre ela e o Dominic foi excelente, com o gesto no final a ser totalmente revelador.</p>
<p><strong>3)</strong> Quem é que contratou o psicopata para matar Echo? E porquê? Neste momento, a única resposta com sentido seria Alpha. Mas porque é que ele iria deixá-la viver na Dollhouse e depois tentar matá-la? E, esquecendo a pergunta do quem, porque raio é que alguém iria contratar um psicopata para matar Echo e ainda por cima deixá-lo fazer desporto e dormir com ela antes disso? Estaria o psicopata a aproveitar-se do seu disfarce? As pontas não se ligam muito bem. E, exceptuando Alpha, quem é que quereria matar Echo? A única resposta que me vem à cabeça é mesmo alguém dentro da Dollhouse que a considere um risco, como Dominic. Ele podia ter preparado tudo visto que foi ele que investigou o cliente e, se o fez, o psicopata nunca foi contratado por ninguém e não passa de um vulgar psicopata que gosta de caçar raparigas nos bosques (estranho <em>hobbie</em>). A única falha nesta improvável teoria é o assassínio do polícia disfarçado indicar Alpha. Mas pode não ter sido Alpha, pode ter sido outro Active sob as ordens de Dominic.</p>
<p>Um assunto que evitei falar na <em>review </em>anterior, porque não me queria precipitar, foi a capacidade de <strong>Eliza Dusku</strong> para protagonizar a série. Devo dizer que nunca gostei tanto de Dushku como da <strong>Sara Michelle Gellar</strong>, do <strong>David Boreanaz</strong> ou do <strong>Nathan Fillion</strong>. Simplesmente não sinto a mesma empatia com ela, mas não sei se hei-de culpar a actriz ou a personagem. A verdade é que ela não é má actriz, ela faz bem o papel de Echo quando está em branco, faz bem o papel de Caroline e as suas personalidades não foram nada má representadas, mas ainda me pergunto se ela terá a flexibilidade suficiente para uma papel tão grande como este. Quando aos outros actores do elenco destaco <strong>Olivia Williams</strong> que está perfeita no papel de Adelle. <strong>Reed Diamond</strong> não está mal, mas já o vi fazer bem melhor noutras séries. <strong>Tahmoh Penikett</strong> ainda tem muito que provar, porque a sua personagem não me gerou grande empatia até agora, não sei se por causa do argumento ou se do actor, mas é um facto. Talvez seja porque ele anda sempre chateado. Quanto aos outros ainda é cedo para dizer alguma coisa, mas aviso já que não suporto o Topher, ele consegue transformar linhas <em>à lá Whedon</em> em frases totalmente sem graça. Por favor Joss, usa o <em>comic relief</em> noutro sítio!</p>
<p>Numa nota final, acho que <strong>Steven S. DeKnight</strong> fez um trabalho muito bom, tanto na construção do episódio, como na sua realização. Gostei da missão e do enredo do <em>flashback</em>, mas acho que Paul Ballard ficou um pouco atrás neste episódio. Achei o episódio muito bom e se o visse por acaso na televisão diria que a série é excelente, mas tendo em conta que este é o segundo episódio de uma série chamada <strong>Dollhouse </strong>sente-se que a série ainda não encontrou o tom que precisa para contar a história. <strong>The Target</strong> não convence como segundo episódio. Nota-se que estes enredos, ou pelo menos aqueles ligados a Alpha, não foram convenientemente introduzidos na série. O problema pode vir a ser resolvido no futuro, mas gostaria de ter visto episódios iniciais mais coerentes e com uma menor sensação de terem sido alterados à pressão para caber naquele lugar exigido pela <strong>Fox</strong>. Fora isso, foi um óptimo episódio que levanta imensas questões e nos faz pensar nas imensas possibilidades que este conceito cria, assim como no superior interesse da mitologia em relação à missão da semana. Faz-nos reflectir sobre o que aconteceria se a <strong>Fox </strong>não exigisse episódios <em>standalone </em>e deixasse <strong>Whedon </strong>fazer as coisas à sua maneira.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://criticando.com.sapo.pt/class/3.5.gif" alt="" /></p>
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		<title>Review de &#8220;Ghost&#8221;</title>
		<link>http://dollhousept.wordpress.com/2009/02/15/review-de-ghost/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 23:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[
Episódio 01 &#8211; &#8220;Ghost&#8221;
Escrito por Joss Whedon
Realizado por Joss Whedon
Actores convidados: Amy Acker,  Reed Diamond, entre outros.

Antes de começar a review propriamente dita gostava de frisar que este episódio não é o piloto original, mas sim um piloto que Joss Whedon fez para a Fox porque o outro não satisfez os executivos.
O episódio começa com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dollhousept.wordpress.com&blog=5005096&post=307&subd=dollhousept&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://dollhouse.com.sapo.pt/posts/69.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Episódio 01</strong> &#8211; &#8220;Ghost&#8221;<strong><br />
Escrito por </strong>Joss Whedon<strong><br />
Realizado por</strong> Joss Whedon<strong><br />
Actores convidados:</strong> Amy Acker,  Reed Diamond, entre outros.</p>
<p><span id="more-307"></span></p>
<p>Antes de começar a <em>review </em>propriamente dita gostava de frisar que este episódio não é o piloto original, mas sim um piloto que <strong>Joss Whedon</strong> fez para a <strong>Fox </strong>porque o outro não satisfez os executivos.</p>
<p>O episódio começa com Adelle DeWitt (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0931404/">Olivia Williams</a>), a pessoa que parece mandar na Dollhouse, a recrutar Caroline para ser uma Active. Depois, vemos o Active em que Caroline se transformou, Echo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0244630/">Eliza Dushku</a>), a fazer uma missão e, de seguida, a sua memória a ser apagada. E é assim que nos apresentam a premissa da série. Não foi mau, mas também não foi nada de especial. Apesar de ter achado um mimo ver a Eliza a dançar e até ter achado a despedida comovente, estava à espera de uma apresentação mais original. Depois segue-se uma discussão ideológica entre Topher (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0469823/">Fran Kranz</a>) e Boyd (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0502015/">Harry Lennix</a>) que, apesar de ter tido algumas piadas engraçadas, pareceu totalmente forçada.</p>
<p>Agora passemos à missão que ocupou grande parte do episódio. Era um resgate e Echo tinha o papel de negociadora. O trabalho não correu às mil maravilhas e isso faz-nos questionar a eficiência da Dollhouse. Afinal, se não lhe pusessem memórias de uma rapariga que foi raptada e abusada, o resgate não teria dado para o torto. Por outro lado, também não teria corrido bem, porque a intenção de um dos raptores nunca tinha sido devolver a criança. E é assim que chegamos ao problema do episódio. A missão, para além de não ter sido nada de original, aliás, este tema já foi usado mais que muitas vezes, pareceu extremamente forçado. O homem que abusou a pessoa da qual o Active tem memórias foi exactamente o mesmo que participou neste resgate? Que grande coincidência! O raptor é o professor? A sério! E ela entra no esconderijo dos raptores com aquela história do traidor que vai matar os colegas e ficar com o dinheiro? Toda a resolução foi muito pouco convincente.</p>
<p>Durante o episódio também nos foi apresentado Paul Ballard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671886/">Tahmoh Penikett</a>), o agente do FBI que ficou com o caso da Dollhouse. Foi um enredo secundário agradável. Teve uma cena engraçada (a da casa de banho) e uma cena inicial simplesmente brutal. Adorei ver aqueles <em>flashes </em>do ringue intercaladas com o passado da personagem contado pelos chefes. E é claro que não me podia esquecer da cena final! Que bela maneira de acabar o episódio, deixando uma enorme ponta solta, com bastante estilo, e, ao mesmo tempo, ligando-a com a cena inicial do episódio através do vídeo de Echo, ou melhor, Caroline.</p>
<p>Falta dizer que todo o episódio teve um óptimo aspecto. Embora não tivesse sido muito bem escrito, pelo menos comparado com alguns dos anteriores trabalhos de <strong>Whedon</strong>, foi bastante bem realizado e o cenário da Dollhouse foi extremamente bem conseguido dando o ambiente perfeito para o desenrolar da acção. No entanto, não deixa de ser um episódio mais fraco do que eu estava à espera, basicamente por causa do enredo do rapto. Apesar de não ter cumprido muito bem as (grandes) expectativas, a série tem potencial e não podia estar em melhores mãos.</p>
<p>Gostava de salientar outra coisa. Eu li o argumento do piloto original, <strong>Echo</strong>, e achei que era um episódio muito mais coerente, excitante e com muito mais <em>suspense </em>do que este <strong>Ghost</strong>. Também tinha um estilo noir que tornava as coisas muito mais interessantes.</p>
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